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Em 1099, foi enviado pelos comandantes bizantinos no Chipre como um enviado de paz para {{Lknb|Boemundo|I de Antioquia}}, mas foi detido por ele durante uma quinzena antes de ser liberado, e as negociações não foram iniciadas.<ref name=Skoul183 />{{harvref|Sewter|2003|p=362–363}} Poucos anos depois (ca. 1103), Butumita foi colocado como chefe de um grande exército enviado para garantir a [[Cilícia]] contra Boemundo. Após tomar [[Ataleia]], os bizantinos tomaram [[Germanícia]] e as regiões circundantes. Butumita deixou para trás uma grande força sob Monastras para guarnecer a província e retornou para Constantinopla.<ref name=Kazh318 />{{harvref|Sewter|2003|p=358–360}}{{harvref|Skoulatos|1980|p=183–184}}{{harvref|Runciman|1987|p=300–301}}
 
Em 1111/1112, foi enviado como um embaixador para o [[Reino de Jerusalém]] para assegurar ajuda contra [[Tancredo da Galileia]], regente de Boemundo em [[Antioquia]], que se recusou a cumprir o [[tratado de Devol]] de 1108, que transformava o [[Principado de Antioquia]] num Estado vassalo bizantino.{{harvref|Kazhdan|1991|p=302, 318, 617, 2009}}{{harvref|Setton|2006|p=400}} Do Chipre, Butumita primeiro rumou para [[Condado de Trípoli|Trípoli]]. De acordo com ''A Alexíada'', o conde local, [[Bertrando de Toulouse]], prontamente concordou em ajudar as forças imperiais contra Tancredo, e até mesmo a prestar homenagem a Aleixo, quando chegasse para sitiar Antioquia.{{harvref|Skoulatos|1980|p=184}}{{harvref|Sewter|2003|p=440–441}} Em seguida, os enviados bizantinos prepararam-se para se encontrar o rei de Jerusalém, [[Balduíno I de Jerusalém|Balduíno I]] {{nwrap|r.|1100|1118}}, que estava sitiando [[Tiro]]. Butumita tentou persuadir Balduíno oferecendo uma recompensa substancial em [[ouro]], e fazendo várias afirmações exageradas, incluindo que Aleixo já estava supostamente a caminho e tinha alcançado Selêucia. Balduíno, contudo, ao saber da falsidade das alegações de Butumita, perdeu a confiança nele. Ele fingiu a vontade de atacar Tancredo desde que recebesse os subsídios prometidos anteriormente. Butumita, no entanto, percebeu as intenções do rei, e se recusou a fazê-lo. Assim, a missão terminou em fracasso, e Butumita deixou [[Jerusalém]], retornando para Constantinopla via [[Trípoli (Líbano)|Trípoli]].{{harvref|Sewter|2003|p=441–441}}{{harvref|Skoulatos|1980|p=184–185}}{{harvref|Setton|2006|p=400–401}}
 
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