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Com a paz restabelecida, uma grande celebração foi organizada no dia [[12 de abril]] de [[1159]] para receber triunfalmente o exército bizantino na cidade, com Manuel montado em seu cavalo, enquanto o príncipe da Antioquia e o [[rei de Jerusalém]] seguiam-no a pé. Manuel mostrou justiça aos cidadãos e presidiu jogos e torneios para a população. Em maio, reuniu um exército cristão e partiu para [[Edessa (Mesopotâmia)|Edessa]], porém abandonou a campanha, quando [[Nur ad-Din]] libertou 6.000 prisioneiros cristãos, capturados em várias batalhas desde a segunda cruzada.<ref name=Norwich>Z.N. Brooke, ''A History of Europe, from 911 to 1198'', 482<br />* P. Magdalino, ''The Empire of Manuel I Komnenos'', 67<br />* J.H. Norwich, ''A short history of Byzantium''</ref> Mesmo com o glorioso fim da expedição, pesquisadores dizem que Manuel recebeu muito menos do que esperava em termos de compensação imperial.
 
Satisfeito com seus sucessos, Manuel retornou a Constantinopla; entretanto, no caminho de volta, suas tropas foram surpreendidas pelos turcos. Apesar disso, Manuel e seu exército venceram a batalha, derrotando o inimigo, causando-lhe imensas perdas. No ano seguinte, Manuel expulsou os [[turcos seljúcidas]] de [[IsauriaIsáuria]].<ref name="P134">K. Paparrigopoulos, ''History of the Greek Nation'', Db, 134</ref>
 
== Campanha na Itália ==