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A maior parte do complexo foi construído, principalmente, entre 1248 e 1354, nos reinados de [[Maomé I de Granada|Maomé I]] e dos seus sucessores; a Alhambra é um reflexo da cultura dos últimos anos do [[Reino de Granada|reino nasrida]], sendo um local onde os artistas e intelectuais procuravam refúgio no decurso das vitórias cristãs por todo o [[al-Andalus]]. Mistura elementos naturais com outros feitos pela mão do homem, sendo um testemunho da habilidade dos artesãos muçulmanos da época.
 
A primeira referência ao ''Qal’at al Hamra'' surge durante as batalhas entre [[árabes]] e [[muladi]]s ocorridas no reinado de [[AbdallahAbdalá ibnI Muhammadde Córdova]] ([[888]]-[[912]]). Num confronto particularmente feroz e sangrento, os muladies derrotaram completamente os árabes, os quais foram, então, forçados a refugiar-se num primitivo castelo vermelho na província de Elvira, presentemente localizado em [[Granada (província)|Granada]]. De acordo com documentos da época que sobreviveram até aos nossos dias, esse castelo era bastante pequeno e as suas muralhas eram incapazes de deter um exército que desejasse conquistá-lo. O castelo foi amplamente ignorado até ao [[século XI]], quando as suas ruínas foram renovadas e reconstruídas por [[Samuel ibn Naghralla]], vizir do Rei [[Badis ibn Mansur]] da [[Ziridas|Dinastia Zirida]], numa tentativa de preservar a pequena comunidade judia também localizada na Colina de La Sabika. No entanto, evidências presentes em textos árabes indicam que a fortaleza foi facilmente penetrada e que a Alhambra que sobrevive até à actualidade foi construída durante a [[Nasridas|Dinastia Nasrida]].
 
[[Ficheiro:Atauriques.jpg|thumb|200px|Um detalhe dos arabescos.]]