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A '''Abadia do Monte Cassino''' situa-se no topo do [[Monte Cassino|monte homônimo]], a 80 km a oeste de [[Nápoles]], na [[Itália]].
 
Fundada por [[Bento de Núrsia]] em [[529]], ela é o berço da [[Ordem dos Beneditinos]] e serviu de retiro a soberanos e [[Pontificado|pontífices]] como o príncipe [[Francos|franco]] [[Carlomano (filho de Carlos Martel)|Carlomano]], irmão de [[Pepino o Breve]], o rei [[Lombardos|lombardo]] [[RatchisRachis]] (com sua família), e [[Gregório Magno|São Gregório]]. A abadia contém imensas riquezas, entre elas uma preciosa [[biblioteca]] ([[Papa Vitor III|Didier]], abade de [[1058]] a [[1087]], faz trazer de [[Constantinopla]] diversos livros) colocada sob a proteção direta de [[Roma]], juntamente com uma galeria de preciosos quadros.
 
A abadia, diversas vezes ameaçada por causa de guerras e invasões, é saqueada e queimada pelos Lombardos do duque [[Zotton de Benevento|Zotton]]. Reconstruída somente no início do [[século VIII]], após um período de turbulências na Itália (devido principalmente aos Lombardos), a abadia foi novamente destruída parcialmente e incendiada por [[Pirataria|piratas]] [[sarraceno]]s ([[844]]), depois em [[1030]] pelos [[Normandos]] que começaram a invadir a Itália meridional.