Diferenças entre edições de "Estado cliente"

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=== Pérsia, Grécia e Roma ===
Estados antigos como a [[Pérsia]] e as [[Grécia Antiga|cidades-estados gregas]] criariam Estados clientes ao fazer os líderes do Estado subordinado. Um dos utilizadores mais prolíficos de Estados clientes foi [[República Romana|Roma republicana]]<ref>[http://books.google.com/books?id=zmmBAAAAMAAJ&q=client+king&dq=client+king&lr=&as_drrb_is=b&as_minm_is=0&as_miny_is=1980&as_maxm_is=0&as_maxy_is=&as_brr=0&hl=el&cd=5 Herod's Judaea]</ref><ref>Collected studies: Alexander and his successors in Macedonia, by Nicholas Geoffrey Lemprière Hammond,1994,page 257,"to Demetrius of Pharos, whom she set up as a client king</ref> (por exemplo, [[Demétrio de Faros]]), que ao invés de conquistar e depois absorver em um império, escolheu fazer Estados clientes fora daqueles que derrotava, uma política que foi continuada até o primeiro século antes de Cristo, quando se tornou [[Império Romano]]. O uso de Estados clientes continuou durante a [[Idade Média]] no momento em que o [[sistema feudal]] começou a tomar conta.
 
=== Sob o Império Mongol ===
No [[século XIII]], a [[Coréia]] foi invadida pelo poderoso [[Império Mongol]]. Depois do tratado em [[1260]] e invasão de [[1270]], [[Goryeo]] se tornou uma dependência da [[dinastia Yuan]].
 
=== Império Otomano ===
 
=== União Soviética ===
Os Estados ''proxy'' ou "clientes" soviéticos incluíam a maior parte dos países do [[Pacto de Varsóvia]] cujas políticas foram fortemente influenciadas pelo poder militar e ajuda econômica soviética. Outras nações do [[Terceiro Mundo]], com governos marxistas-leninistas, foram rotineiramente criticados como sendo ''proxies'' soviéticos, bem como, entre eles Cuba após a [[Revolução Cubana]], a [[República Popular de Angola]], a [[República Popular de Moçambique]], a [[República Democrática do Afeganistão]], e a [[República Democrática do Vietnã]] (Vietnã do Norte).
 
{{referências}}