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Este [[terapia|método terapêutico]] é provavelmente o mais controverso dos métodos usados em [[Psiquiatria]], tendo em conta a sua natureza, a história de abusos e a falta de informação. A aplicação de [[choque]]s de pequena [[voltagem]] nas [[cérebro|têmporas]] é polêmica e o método é ainda hoje associado negativamente a algum tipo de [[tortura]], sendo por diversas razões contestado por muitos profissionais na área da [[saúde mental]]. Apesar disso, a ECT é uma técnica que pode ser usada com eficácia e está consagrada em muitos países.
 
A ECT foi introduzida na Psiquiatria numa época [[fármaco|pré-farmacológica]], e era usada frequentemente em [[patologia]]s como a [[depressão]] ou [[esquizofrenia]], especialmente do tipo catatônico. Atualmente a técnica é recomendada para diversos quadros patológicos, nomeadamente nos quadros [[Depressão nervosa|depressivos graves]], com ou sem sintomas [[Psicose|psicóticos]], episódios de [[mania]] aguda, e menos frequentemente na esquizofrenia. A ECT é empregada mediante o uso de [[anestesia|anestésicos]] e relaxantes musculares.
 
== Principais indicações ==
Está reservada para aquelas situações em que a medicação não apresenta resultados, podendo ser a primeira escolha em pacientes debilitados ou idosos, nos quais a medicação pode ser mais um problema. Se o paciente respondeu bem à ECT, no passado, pode ser a sua primeira escolha. Também se utiliza a ECT na mania, esquizofrenia e na [[doença de Parkinson]] grave. A ECT pode ser o método mais seguro (por exemplo, em grávidas e idosos) e o método mais rápido (melhoria em duas semanas do humor ou delírio)
 
* Risco de suicídio
Utilizador anónimo