Diferenças entre edições de "Shulamit Aloni"

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'''Shulamit Aloni''' (nascida a [[29 de Novembro]] de [[1928]] em [[Tel aviv]], falecida a [[24 de janeiro]] de [[2014]] em [[Kfar Shmaryahu]]) é uma política, [[advogado|advogada]], professora e ex-ministra de [[Israel]].
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'''Shulamit Aloni''' (nascida[[Tel aAviv]], [[29 de novembro|29 de Novembro]] de [[1928]] em [[TelKfar avivShmaryahu]], falecida a [[24 de janeiro]]|24 de [[2014Janeiro]] emde [[Kfar Shmaryahu2014]]) éfoi uma [[Político|política]], [[advogado|advogada]], professora[[professor]]a e ex-ministra de [[Israel]].
 
== Biografia ==
Nascida com a apelido '''Adler''', Shulamit é filha de [[judeus]] oriundos da [[Polónia]], adeptos dos valores do [[sionismo trabalhista]].
 
Durante a [[Guerra árabe-israelense de 1948|guerra]] que conduziu à independência de Israel]] ([[1948]]) Shulamit Aloni, enquanto membro da [[Palmach]] (unidade de elite integrada na força paramilitar [[Haganá]]) lutou em [[Jerusalém]], onde foi feita prisioneira pelas forças militares [[Jordânia|jordanas]] na zona da Cidade Velha. Com o fim da guerra, inicia um trabalho junto de crianças refugiadas em [[Jaffa]] e ajuda a fundar uma escola para crianças imigradas em [[Ramla]]. Foi professora ao mesmo tempo que estudava na universidade, onde se qualificou como advogada. Casou com Reuven Aloni em [[1952]].
 
Em [[1959]], torna-se militante do partido [[Mapai]]. Trabalhou como advogada e locutora de um programa de rádio que abordava questões relacionadas com os [[direitos humanos]] e os [[feminismo|direitos das mulheres]], que esteve no ar entre [[1961]] e [[1965]]. Neste ano, foi eleita deputada para o [[Knesset]] (parlamento) pelo [[Partido Trabalhista (Israel)|Partido Trabalhista]].
 
Em [[1973]], fundou o [[Ratz]] (''Movimento pelos Direitos Civis e pela Paz''), do qual foi líder até [[1996]], ano em que se retirou da vida partidária. O partido conseguiu representação parlamentar em 1974, com três lugares no parlamento; opunha-se à ocupação da [[Cisjordânia]] e da [[Faixa de Gaza]] e advogava a separação entre religião e Estado. Entre Junhojunho e Outubrooutubro de 1974, foi ministra sem pasta no governo de [[Yitzhak Rabin]], mas demitiu-se do cargo quando o [[Mafdal - HaBaith Hayehudi|Mafdal]], um partido religioso, se uniu à coligação governamental.
Shulamit Aloni tornouTornou-se conhecida pela suas campanhas contra a corrupção e a favor de uma [[Constituição]] escrita para o país. Em [[1988]], as relações [[homossexualidade|homossexuais]] deixaram de ser criminalizadas pelo Códigocódigo Penalpenal israelita, em larga medida graças ao trabalho parlamentar desenvolvido por Shulamit.
 
Em [[1991]], o Ratz e os partidos [[Shinui]] e [[Mapam]] fundiram-se para criar o partido [[Meretz]], que conseguiu doze lugares no Knesset em [[1992]]. Shulamit Aloni foiFoi nomeada Ministraministra da Educação e da Cultura no governo de Yitzhak Rabin; viria ainda a desempenhar funções como Ministraministra da Ciência e Tecnologia e Ministraministra das Artes.
 
Ao longo dos anos Shulamit, adquiriu uma reputação pelo seu estilo mordaz, pelo seu [[ateísmo]] e pelas suas críticas em relação à forma como os governos de Israel actuaram no conflito com os palestinianos. NoEm ano [[2000]], recebeu um prémio nacional pelas suas contribuições à sociedade israelita, o que gerou fortes críticas por parte dos sectores religiosos. É autora de várias obras na área do direitos civis e de uma autobiografia política, ''I Can Do No Other''.
 
Em [[2007]], apoiou a candidatura da trabalhista [[Colette Avital]] à presidência de Israel, que foi conquistada por [[Shimon Peres]].
 
Pertence ao [[Bat Shalom]], um grupo de mulheres israelitas e palestinianas que lutam pela paz na região.
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