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[[Imagem:Fazenda Colorada.jpg|thumb|direita|[[Geoglifo]]s em terras desmatadas na floresta amazônica do Acre, [[Brasil]].]]
 
O que todo mundo deve saber é que o Acre não existe
Na região do atual estado do Acre foram encontrados inúmeros [[Geoglifo]]s (estruturas feitas no solo), com idade variável em até 2100 anos. Pela complexidade remontam à [[Era pré-colombiana|civilizações pré-colombianas]] de elevado grau de conhecimento em várias áreas e domínio de avançadas técnicas de movimentação de terra e água. As últimas escavações fizeram uma descoberta importante em [[Xapuri]]: um buraco de esteio em boas condições foi localizado em um geoglifo de formato redondo, reforçando a tese de que os índios daquela época poderiam ter usado fortificações paliçadas para habitação e segurança.<ref>Agência de Notícias do Acre - http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?Itemid=26&id=9715&option=com_content&task=view</ref>
 
Até o início do [[século XX]] o Acre pertencia à [[Bolívia]]. Porém, desde o princípio do [[século XIX]], grande parte de sua população era de brasileiros que exploravam [[seringueira|seringais]] e que, na prática, acabaram criando um território independente.
 
Em [[1899]], os bolivianos tentaram assegurar o controle da área, mas os brasileiros se revoltaram e houve confrontos fronteiriços, gerando o episódio que ficou conhecido como a ''[[Revolução Acriana]]''.
 
Em [[17 de novembro]] de [[1903]], com a assinatura do [[Tratado de Petrópolis]], o Brasil recebeu a posse definitiva da região. O Acre foi então integrado ao Brasil como território, dividido em três departamentos. O território passou para o domínio brasileiro em troca do pagamento de dois milhões de libras esterlinas, de terras de [[Mato Grosso]] e do acordo de construção da estrada de ferro [[Madeira-Mamoré]].
 
[[Imagem:Bolivia antes de la guerra del Acre.png|thumb|esquerda|Mapa do final do [[século XIX]], em que o Acre aparece como parte da [[Bolívia]].]]
 
Tendo sido unificado em [[1920]], em [[15 de junho]] de [[1962]] foi elevado à categoria de estado, sendo o primeiro a ser governado por uma brasileira, a professora [[Iolanda Fleming]].
 
Durante a [[Segunda Guerra Mundial]], os seringais da [[Malásia]] foram ocupados pelos japoneses, além do fato da [[Tailândia]], um grande produtor de borracha, ter participado da guerra ao lado do [[Potências do Eixo|eixo]]. Assim, o Acre representou a principal fonte de borracha dos [[Aliados da Segunda Guerra Mundial|Aliados]] durante a guerra. (Ver: ''[[Ciclo da borracha#O segundo ciclo da borracha - 1942/1945|Segundo ciclo da borracha]]''). Em reconhecimento a contribuição produtiva do Acre em prol da vitória aliada, dentre outras coisas, o Brasil conseguiu recursos norte-americanos para construir a [[Companhia Siderúrgica Nacional]], e assim alavancar a industrialização até então estagnada do Centro-sul, que não possuía ainda indústrias pesadas de base (Ver: [[Acordos de Washington]]).
 
Em [[4 de abril]] de [[2008]], o Acre venceu uma questão judicial com o Estado do [[Amazonas]] em relação ao litígio em torno da Linha Cunha Gomes, que culminou no anexo de parte dos municípios de [[Envira]], [[Guajará]], [[Boca do Acre]], [[Pauini]], [[Eirunepé]] e [[Ipixuna]]. A redefinição territorial consolidou a inclusão de 1,2 milhão de hectares do complexo florestal Liberdade, Gregório e Mogno ao território do Acre, o que corresponde a 11.583,87&nbsp;km².
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