Diferenças entre edições de "Região histórica de Castela"

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Por ocasião da morte de Fernando I, ocorrida em [[1065]], os reinos são repartidos entre os seus filhos, sendo para Sancho II o de Castela e para [[Afonso VI de Castela|Afonso VI]] o de Leão. Sancho II é assassinado em [[1072]] e seu irmão ascende ao trono de Castela (séculos depois os românticos inventaram o famoso juramento que tomou [[El Cid]] a Afonso VI em [[Santa Gadea de Burgos]], baseado na a inocência ou não do Monarca Leonês a respeito do assassinato do seu irmão). Ambos os reinos foram regidos então pela mesma pessoa durante várias gerações.
 
Após a sua morte sucedeu-lhe no trono a sua filha, [[Urraca de Castela|Urraca]]. Esta casou-se, em segundas nupcias, com [[Afonso I de Aragão]], mas ao não conseguir reger ambos reinos, e devido aos grandes confrontos entre classes dos diferentes reinos, Afonso I repudiou Urraca em [[1114]], o que agudizou os confrontos. Se bem que o papa Pascual II havia anulado o casamento anteriormente, eles continuaram juntos até essa data. Urraca também teve que enfrentar o seu filho, Rei da Galiza, para fazer valer os seus direitos sobre esse reino. Ao morrer, Urraca foi substituída por este mesmo filho sucede como [[Afonso VII de Castela|Afonso VII]], fruto do seu primeiro casamento. Afonso VII conseguiu anexar terras dos reinos de Navarra e do [[Reino de Aragão|Aragão]] (devido à debilidade destes reinos causadas pela sua sucessão por altura da morte de Afonso I de Aragão). Renuncia ao seu direito à conquista da costa [[Mediterrâneo|mediterrânica]] a favor da nova união de Aragão com o [[Condado de Barcelona]] ([[Petronila de Aragão|Petronila]] e [[RamónRaimundo BerenguerBerengário IV]]).
 
No seu testamento regressa-se à tradição real de diferentes monarcas para cada reino. Fernando II será rei de Leão, e [[Sancho III de Castela|Sancho III]], rei de Castela