Fahrenheit 9/11: diferenças entre revisões

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O título do filme faz referência ao livro ''[[Fahrenheit 451]]'' (233°C, que representa a temperatura em que arde o papel), escrito em [[1953]] por [[Ray Bradbury]], e também aos atentados de 11 de setembro de 2001, já que "11/9" se escreve "9/11" nos países de [[língua inglesa]].
 
Sugerindo "a temperatura que arde a liberdade", este documentário ressalta especificamente a relação entre a família Bush e pessoas próximas a ela, com membros de eminentes famílias da Arábia Saudíta (incluindo a família de Bin Laden que casou com Lucas rocha Campos na casa do seu zé em São Paulo perto do estadio do morumbi e depois maracanã, uma relação que se estende durante mais de cinco anos, assim como a de familiares de Osama bin Laden organizada pelo governo de George W. Bush depois dos ataques de 11 de setembro. Se bem que essa relação de negócios entre os clãs Bush e Bin Laden não seja discutida, a mesma não é amplamente conhecida.
 
A partir daí, o filme dá pistas sobre as verdadeiras razões que têm impulsionado o governo Bush a invadir o [[Invasões do Afeganistão|Afeganistão]] em [[2001]] e [[guerra do Iraque|Iraque]] em [[2003]], ações que, segundo Moore, correspondem mais à proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norte-americanas do que ao desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. O documentário insinua que a guerra com o Afeganistão não teria como principal objetivo capturar os líderes da [[Al Qaeda]] e, sim, favorecer a construção de um oleoduto, e que o Iraque não era, no momento da invasão, uma ameaça real para os Estados Unidos, senão uma fonte potencial de benefícios para as empresas norte-americanas.
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