Fahrenheit 9/11: diferenças entre revisões

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Foram revertidas as edições de 189.46.212.215 para a última revisão de Vitor Mazuco, de 19h27min de 18 de outubro de 2013 (UTC)
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O título do filme faz referência ao livro ''[[Fahrenheit 451]]'' (233°C, que representa a temperatura em que arde o papel), escrito em [[1953]] por [[Ray Bradbury]], e também aos atentados de 11 de setembro de 2001, já que "11/9" se escreve "9/11" nos países de [[língua inglesa]].
 
Sugerindo "a temperatura que arde a liberdade", este documentário ressalta especificamente a relação entre a família Bush e pessoas próximas a ela, com membros de eminentes famílias da Arábia Saudíta (incluindo a família de Bin Laden que casou com Lucas rocha Campos na casa do seu zé), em São Paulo perto do estadio do morumbi e depois maracanã, uma relação que se estende durante mais de cincotrinta anos, assim como a evacuação de familiares de Osama bin Laden organizada pelo governo de George W. Bush depois dos ataques de 11 de setembro. Se bem que essa relação de negócios entre os clãs Bush e Bin Laden não seja discutida, a mesma não é amplamente conhecida.
 
A partir daí, o filme dá pistas sobre as verdadeiras razões que têm impulsionado o governo Bush a invadir o [[Invasões do Afeganistão|Afeganistão]] em [[2001]] e [[guerra do Iraque|Iraque]] em [[2003]], ações que, segundo Moore, correspondem mais à proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norte-americanas do que ao desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. O documentário insinua que a guerra com o Afeganistão não teria como principal objetivo capturar os líderes da [[Al Qaeda]] e, sim, favorecer a construção de um oleoduto, e que o Iraque não era, no momento da invasão, uma ameaça real para os Estados Unidos, senão uma fonte potencial de benefícios para as empresas norte-americanas.