Diferenças entre edições de "Hugo Grócio"

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Os trabalhos em que descreve sua concepção do Direito natural são De'' Jure Praedae'' (Comentário sobre a lei do apresamento e botim) e ''De Jure Belli ac Pacis'' (Sobre a Lei de Guerra e Paz). Este último, publicado em 1625, é uma versão aumentada do primeiro, mas só foi publicado em 1868, quando professores da Universidade de [[Leyden]] descobriram o manuscrito. Entretanto, seu Capítulo 12 foi publicado separadamente em 1609 como [[De Mare Liberum]] (Sobre a Liberdade dos Mares). De Mare Liberum discute os direitos da [[Inglaterra]], [[Espanha]] e [[Portugal]] de governar os mares. Se tais países pudessem legitimamente governar e dominar os mares, os holandeses estariam impedidos de navegar às Índias Ocidentais. O argumento de Grócio é que a liberdade dos mares era um aspecto primordial na comunicação entre os povos e nações. Nenhum país pode monmopolizar o controle do oceano dada sua imensidade e falta de limites estabelecidos.
 
Muitos historiadores consideram que a sua maior obra, De Mare Liberum, terá sido uma resposta ao tratato "De Mare Clausum", escrito pelo jurista português radicado na Univerdisade de Valladolid, [[Serafim de Freitas|Frei Serafim de Freitas]].
 
Contrapondo o preceituado por Grócio, Frei Serafim de Freitas produziu as alegações que legitimavam e defendiam o domínio e acima de tudo, a navegação de embarcações portuguesas nos mares das Índias.
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