Diferenças entre edições de "Pontífice máximo"

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# A administração da lei de [[Adoção (Roma Antiga)|adoção]] e da sucessão testamentária.
 
O pontífices tinham muitas outras funções relevantes e de prestígio, como serem os encarregados de cuidar dos arquivos do Estado, a manutenção das atas oficiais dos magistrados eleitos e a lista dos magistrados, e que manter o registro de suas próprias decisões (''commentarii''). O ''pontifex maximus'' também está sujeito a vários tabus. Entre eles está a proibição de deixar a [[Itália (província romana)|Itália]]. No entanto, [[Plutarco]] relatou que [[Públio Cornélio Cipião NasicaNásica Serápio]] (141 - {{AC|132|x}} como o primeiro ''pontifex maximus'' a quebrar o tabu sagrado depois de ter sido forçado pelo [[Senado romano|senado]] a deixar a Itália. [[Públio Licínio Crasso Dives Muciano]] (132 - {{AC|130|x}} foi o primeiro a sair voluntariamente da Itália. Posteriormente, tornou-se comum e não era mais contra a lei para o ''pontifex maximus'' deixar a Itália. Entre os mais notáveis do destaca-se [[Júlio César]] (63 -{{AC|44|x}})
 
Os pontífices cuidavam do calendário romano e determinavam os dias necessários a serem adicionados para sincronizar o calendário com as [[estações do ano]]. Os pontífices muitas vezes foram políticos, e como o mandato do magistrado romano correspondia a um ano civil, este poder era propenso a abusos: um ''pontifex'' poderia alongar um ano em que ele ou um dos seus aliados políticos estava no cargo, ou recusar-se a alongar um em que seus opositores estavam no poder. Sob a sua autoridade como ''pontifex maximus'', Júlio César introduziu a reforma no calendário que criou o [[calendário juliano]], com uma falha de um dia por século, corrigido pela introdução de um dia no [[ano bissexto]], utilizado até a atualidade em nosso [[calendário gregoriano]].