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O sítio de Tánais foi ocupado em tempos muito antigos, tendo sido fundado pelos [[Mileto|milésios]] em [[328 a.C.|328]]-[[327 a.C.|327 a.C.]], e permaneceu cidade independente que dominava tribos [[meotas]] da região. A [[necrópole]] com 300 sepulturas demonstra que o local fora ocupado já desde a [[Idade do Bronze]], continuando a sê-lo durante a colonização grega.
 
Na época dos reis do Bósforo [[FarnacesFárnaces II do Ponto|FarnacesFárnaces II]] e Asandro ([[63 a.C.|63]]-[[37 a.C.|37 a.C.]]), foi dependente do [[Reino do Bósforo]], mas sublevou-se na época de [[Polemão I do Ponto|Polemão I]] do [[Reino do Ponto|Ponto]] e foi destruída.
Os comerciantes gregos parecem ter sido nómadas no [[século VII a.C.]] sem um assentamento formal e permanente. As [[colónias (Antiguidade)|colónias]] da [[Antiga Grécia]] tinham duas classes de origens, a ''apoikiai'', os cidadãos da cidade-estado mãe, e a ''emporia''. Fundada no [[século III a.C.]], pelos mercadores de [[Mileto]], Tanais desenvolver-se-ia rapidamente na extensão do mais longínquo nordeste, em relação à esfera cultural helénica, inicialmente posto natural de comércio com as estepes do [[Altai]] e [[Cítia]] e em segundo lugar para o comércio no [[mar Negro]] com os restantes portos gregos, e também para o comércio do norte, das peles e [[Escravidão na Grécia Antiga|escravos]].