Diferenças entre edições de "Parque 10 de Novembro"

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As melhorias urbanísticas não tardaram a chegar. As ruas foram asfaltadas em 1973 e, no ano de 1977, atendendo ao pedido da comunidade que sentia necessidade de um local que proporcionasse entretenimento e prestação de serviço, o então prefeito Jorge Teixeira de Oliveira deu início à construção do CSU (Centro Social Urbano), com recursos do PNCSU (Plano Nacional de Centros Sociais Urbanos). O CSU seguiu o mesmo protocolo de homenagens do período e recebeu o nome do primeiro presidente do regime militar, marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, inaugurado em 25 de julho do mesmo ano.
 
O projeto beneficiava a comunidade com uma extensa área verde, duas piscinas, quadra polivalente e dois campos de futebol. Foi construída também uma creche em tempo integral, atendendo a crianças com idade de três a cinco anos. Enquanto o balneário do Parque Dez perdia seu esplêndor dos primeiros tempos, esquecido pela população que buscava novos recantos de lazer pela cidade, favorecida agora com abertura de novas vias de acesso para a [[Ponta Negra (Manaus)|Ponta Negra]] e o [[Tarumã (Manaus)|Tarumã]], em torno do conjunto Castelo Branco se formou uma grande área de conjuntos habitacionais, como o Jardim Meridional, Parque Tropical, Pindorama, Jardim Yolanda, [[Jardim Amazonas]], Samambaia, Itaoca, Consag, Vila da Barra, Murici I e II, Uirapuru, Mucuripe, [[Eldorado (Manaus)|Eldorado]], Novo Horizonte, Juliana, Novo Mundo, Jauaperi, [[Jardim Primavera (Manaus)|Jardim Primavera]], Jardim Oriente, Nova Friburgo, Sausalito, Malibu, Jardim Imperial, Verdes Mares I e II, Ipanema, Barra Bela, Vila do Rey, Arthur Reis, Encol, Real, [[Shangri-lá (Manaus)|Parque Shangri-lá I a VII]], Califórnia e Itália.
 
Estas novas moradias deram ao bairro seu aspecto atual de importante área residencial, a quarta em rende per capita de Manaus. Numa tentativa de restaurar o antigo atrativo do balneário, o prefeito de Manaus, José Fernandes, empreendeu uma reforma total na área, mas não alcançou o mesmo sucesso de outrora devido ao comprometimento da qualidade das águas do igarapé do Mindu, que sofria as primeiras agressões ambientais por causa das inúmeras residências que despejam os esgotos em seu leito. No entanto, para preservar as imensas áreas verdes do bairro foi criado, em 1992, o Parque Municipal do Mindu, como área de interesse ecológico de 330.000 metros quadrados. No parque, são desenvolvidas atividades científicas, educativas, culturais e turísticas. É um dos últimos refúgios do sauim-de-manaus, macaco que só existe na região da cidade e está ameaçado de extinção.
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