Diferenças entre edições de "Rio Grande do Norte"

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Com 83% do seu território abaixo dos trezentos metros de altitude, e 60% destes abaixo dos duzentos metros,<ref>{{citar web|URL=http://www.brasilchannel.com.br/estados/index.asp?nome=Rio+Grande+do+Norte&area=quadro-natural|título=Quadro Natural|publicado=Brasil Channel|acessodata=4 de março de 2014|arquivourl=http://webcitation.org/5zApUit2N|arquivodata=4 de março de 2014}}</ref> o relevo do Rio Grande do Norte é formado por planícies principalmente no litoral e por planaltos e depressões no interior. No litoral, estão localizadas as [[Planície costeira|planícies costeiras]], caracterizadas pela existência de [[duna]]s e praias entre o mar e os tabuleiros costeiros. As planícies fluviais estão situadas às margens de rios, apresentando terrenos planos e baixos. Próximo ao litoral, encontram-se os tabuleiros costeiros, formações de [[argila]] que podem até chegar ao [[mar]]. A chapada da serra verde, localizada após os tabuleiros costeiros, possui terras planas e com tendência ligeira à elevação. Em seguida, está localizado o [[Planalto da Borborema]], que se estende, além do Rio Grande do Norte, pelos estados da Paraíba, [[Pernambuco]] e [[Alagoas]]. A área de transição entre o Planalto da Borborema e os tabuleiros costeiros caracteriza as chamadas depressões sublitorâneas. A Depressão Sertaneja, formada por terrenos baixos, está situada logo após o Planalto da Borborema. A [[Chapada do Apodi]] está situada na região centro-oeste do estado e é constituída por terrenos de maior altitude, próximas aos rios [[Rio Piranhas|Piranhas/Açu]] e [[Rio Moçoró|Apodi/Mossoró]], logo após a Depressão Sertaneja.<ref name="Caracterização">{{citar web|URL=http://www.idema.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/idema/socio_economicos/arquivos/Anu%C3%A1rio%202011/caracterizacao_territorio.html|título=CARACTERIZAÇÃO DO TERRITÓRIO|data=2011|publicado=Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte|acessodata=3 de maio de 2013|arquivourl=http://webcitation.org/6GLFClDNY|arquivodata=3 de maio de 2013}}</ref><ref name="Perfil_RN_Seplan"/> A [[Serra do Coqueiro]], localizado no extremo oeste do estado, no município de [[Venha-Ver]], a uma altitude de 868 metros acima do nível do mar, é o ponto mais alto do Rio Grande do Norte.<ref name="Dados do Portal Brasil sobre saneamento básico"/>
 
[[Imagem:Joaodovaleserra.JPG|left|thumb|Vista da [[Serra de João do Vale]], um dos pontos culminantes do estado.]]
 
Os solos do território potiguar variam de região para região. Na faixa litorânea predominam os [[latossolo]]s, do tipo vermelho amarelo, caracterizados por serem bem drenados, pobres em [[matéria orgânica]], muito ácidos e com mais de um metro de profundidade, além dos [[neossolo]]s (areias quartzosas, [[regossolo]]s, solos aluviais e litólicos), que são arenosos, não hidromórficos e também presentes nas margens dos rios. No centro-sul predomina o [[luvissolo]], de acidez moderada, baixa profundidade, ondulado e rico em nutrientes. Na Chapada do Apodi estão os [[chernossolo]]s, caracterizados pelo seu teor [[alcalino]] e pela sua drenagem, que varia entre imperfeita e moderada. Os [[argissolo]]s, bastante drenados, com baixos teores de matéria orgânica, e com profundidade moderada a alta, são abundantes principalmente na região do [[Alto Oeste]]. Nas regiões de relevo plano a muito ondulado estão os [[cambissolo]]s eutróficos, formados a partir de ação de rochas, bem drenados e com profundidade variável. Outros tipos de solo, presentes em pequenas áreas do estado, são os [[planossolo]]s e solos de [[mangue]].<ref name="Caracterização"/>
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