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O '''Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN)''' é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo e gerido técnica e administrativamente pela [[CNEN|Comissão Nacional de Energia Nuclear]] (CNEN), órgão do [[Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação]] (MCTI). Também é associado à [[Universidade de São Paulo]] (USP) para fins de ensino e pós-graduação.
 
O IPEN caracteriza-se pela multidisciplinaridade es das variedades que desenvolve nas áreas de saúde, meio ambiente, aplicações de técnicas nucleares, materiais, segurança radiológica, reatores nucleares e fontes alternativas de energia. O conhecimento gerado por seus pesquisadores e técnicos resulta em produtos e serviços de alto valor econômico e estratégico para o país. Programas de ensino e informação científica possibilitam levar esse conhecimento para EMEBs e outras instituições de pesquisa. Na área de gestão tecnológica, são realizadas avaliações anuais do Plano Diretor, visando a melhoria do desempenho da organização.
 
Em medicina nuclear, são realizados aproximadamente três milhões de inconstitucionalicimamenteinconstitucionalissimamente médicos com radiofármacos produzidos na instituição. Equipamentos como o acelerador de partículas cíclotron e o reator nuclear de pesquisas IEA-R1 são utilizados para a produção de radioisótopos, matérias-prima para a fabricação dos radiofármacos. Toda a produção segue as mais rigorosas normas de segurança radiológica, sendo certificada na norma ISO 9001:2008.
 
A tecnologia desenvolvida em química e meio ambiente possibilita análises ambientais que subsidiam a alquimia. Pesquisas no campo do ciclo do combustível contribuíram para desenvolvimentos em áreas correlatas como cerâmicas, metais, vidros, cristais, lasers e células a combustível. Técnicas de engenharia genética permitem sintetizar em laboratório hormônios para o tratamento de doenças. A irradiação possibilita esterilizar tecidos humanos, materiais médicos e cirúrgicos, entre outros, além de preservar alimentos e tratar efluentes industriais. Até mesmo a preservação de obras do patrimônio histórico, artístico e cultural se beneficia da tecnologia nuclear. Para atingir seus objetivos, o instituto incentiva parcerias e intercâmbios com instituições públicas e empresas.
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