Diferenças entre edições de "Bobby Fischer"

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Preparamento físico de Bobby Fischer Fischer tinh um jogo completo
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Aos treze anos jogou a "[[Partida do Século]]" num torneio de Mestres em [[1956]] contra [[Donald Byrne]], irmão de [[Robert Byrne]], o qual também era Grande Mestre e foi vítima de uma das maiores partidas de Fischer no US-ch 1963, o qual Fischer venceu com 100% de aproveitamento, 13 em 13 possíveis e ''rating performance'' acima de 3000, feito igualado por [[Emanuel Lasker]], na [[Alemanha]].
 
Fischer acreditava que o preparamento físico era essencial para seu desempenho no xadrez, pois exigia-se um grande esforço mental por horas nos torneios. Para isso, sua uma rotina era comparada a de um atleta de alto nível.
Fischer venceu também o campeonato estadunidense oito vezes em oito participações (1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1973, 1975 e 1986), sendo a primeira aos catorze anos em [[1957]] e a segunda aos quinze, em [[1958]]. Venceu jogadores tão fortes como [[Samuel Reshevsky]] (considerado pelo próprio Fischer como um dos dez melhores de todos os tempos - até então TOP 10), com tão pouca idade. De dezembro de [[1962]] até o fim da sua carreira, em [[1992]], Fischer venceu todos os torneios que disputou, exceto dois, nos quais terminou em segundo lugar: Capablanca Memorial, 1965, vencido por [[Boris Spassky]] e a Piatigorsky Cup, 1966, vencida por [[Smyslov]]. Geralmente Fischer vencia os abertos e grandes torneios de que participava com 3 ou 3,5 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado.
 
Fischer venceu também o campeonato estadunidense oito vezes em oito participações (1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1973, 1975 e 1986), sendo a primeira aos catorze anos em [[1957]] e a segunda aos quinze, em [[1958]]. Venceu jogadores tão fortes como [[Samuel Reshevsky]] (considerado pelo próprio Fischer como um dos dez melhores de todos os tempos - até então TOP 10), com tão pouca idade. De dezembro de [[1962]] até o fim da sua carreira, em [[1992]], Fischer venceu todos os torneios que disputou, exceto dois, nos quais terminou em segundo lugar: Capablanca Memorial, 1965, vencido por [[Boris Spassky]] e a Piatigorsky Cup, 1966, vencida por [[Smyslov]]. Geralmente Fischer vencia os abertos e grandes torneios de que participava com 3 ou 3,5 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado.
 
A principal façanha da sua carreira foi a classificação para chegar à final do mundial contra Spassky. Fischer venceu [[Mark Taimanov|Taimanov]] (enxadrista ''top 10'') por 6x0 num jogo melhor de 10. Fischer venceu [[Bent Larsen|Larsen]] (que era um dos cinco melhores jogadores do mundo) por 6x0 num jogo melhor de 10 e venceu [[Petrosian]] por 7,5x2,5 num jogo melhor de 10. Havia uma hegemonia [[Rússia|russa]] desde quando [[Alekhine]] derrotou [[Capablanca]] em 1921. Após a recusa de Fischer de defender o título em 1975, a hegemonia de russos voltou e durou até o [[Índia|indiano]] [[Viswanathan Anand]] vencer o Mundial FIDE de 2000.
 
Em [[1992]], Fischer voltou a disputar um encontro contra [[Boris Spassky]].<ref name="NYTimes" /> Mesmo Fischer estando 20 anos afastado, enquanto Spassky permaneceu ativo durante todo este tempo, Fischer venceu com relativa facilidade e introduziu diversas novidades teóricas. Bobby era tido como um jogador completo, por dominar todas as fases do jogo com maestria.
 
Fischer foi preso no [[Japão]] e lutou contra sua extradição para os Estados Unidos por quase um ano. A [[Islândia]] ofereceu cidadania a Fischer, tendo ele aceitado. Livre então pela cidadania islandesa, Fischer seguiu viagem para a Islândia chegando no dia [[23 de março]] de [[2005]].
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