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De referir também os testemunhos de [[Caio Plínio Segundo|Plínio, o Velho]] {{nwrap||23|79 d.C.}}, que descrevem de forma lírica a beleza paradisíaca do lugar.{{HarvRef|Cheraït|2002|p=15}} A cidade torna-se um posto no [[limes]] saariano, na [[estrada romana]] que ia de [[Gabès]] a [[Biskra]] (atualmente na Argélia), especializado no comércio de [[tâmara]]s e de [[Escravidão|escravos]]. Da influência [[Cristianismo|cristã]] de [[Agostinho de Hipona|Santo Agostinho]] subsistem vestígios duma igreja sobre a qual foir construída a mesquita El Kasr, situada em Bled al-Hadhar e alguns ritos, como o de Sidi Yuba, que consiste em [[Batismo|batizar]] os rapazes antes da [[circuncisão]].<ref name=Zouari />
 
Durante a [[Idade Média]], a região de Tozeur era chamada "terra de Qastiliya" — nome mencionado pelo [[geógrafo]] árabe [[Abū 'Ubayd 'Abd Allāh al-Bakrī|Al-Bakri]] {{nwrap||1014|1094}}{{Harvy|AlBak|Al-Bakri}} — devido à sucessão de aldeias fortificadas chamadas ''castella'', que contribuem para que ao longo do tempo Tozeur e os seus arredores se tornem um refúgio para diversos dissidentes religiosos ([[Donatismo|donatistas]] cristãos, [[Xiismo|xiitas]] e [[Kharijitas|caridjitascarijitas]]).<ref name=Zouari /> Segundo uma versão mais mitológica do que histórica, o termo Qastiliya é uma alusão a Qustal,{{quem}} filho de [[Sem]] e neto de [[Noé]], que teria fundado a cidade depois do [[Dilúvio (mitologia)|Dilúvio]].<ref name=Salah />
 
[[Imagem:Tozeur AQChebbi.jpg|thumb|left|Memorial ao poeta {{ilc|Abu el Kacem Chebbi||Aboul-Qacem Echebbi|Abu al-Qasim asch-Schabbi}}, natural de Tozeur, no parque do belvedere]]