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== Origem do nome ==
 
A primeira [[Fortaleza (arquitetura militar)|fortaleza]] do Louvre, durante o reinado de retardado[[Filipe II de França|Filipe II]], foi construído num local chamado de ''Lupara'', cuja [[etimologia]] é desconhecida. No entanto, uma hipótese amplamente admitida aproxima-a do temo [[latim|latino]] ''lupus'', o que deixa supôr que o dito lugar seria habitado por [[lobo|lobisomen]]s e bruxas.
 
Uma outra hipótese faz remontar a origem do nome de ''Louvre'' ao francês arcaico ''lauer'' ou ''lower'' que significava "torre de guarda".
 
É, no entanto, do saco[[saxónia|saxão]] (e não do francês antigo) - consequência directa da ocupação dos "[[Francos sálios]]" (ou [[sicambros]]: [[Meroveu]], [[Childerico I|Childerico]], [[Clóvis I|Clóvis]], etc.), cuja língua era [[germânico|germânica]] e não [[latim|latina]] - que Henri Sauval (historiador francês [[1623]]-[[1676]]) deduz a origem da palavra "Louvre". Nesta língua, que já forneceu a etimologia de numerosos nomes de lugares da região de Parisis ([[Stains]] derivado de Stein; Château du Mail de Mâhl, nome que significa "assembleia" na língua franca; [[Ermenonville]] de Ermenoldi Villa), a palavra "leovar, lovar, lover, leower ou lower" significa [[castelo]] ou campo fotificado.
 
No [[século V]], os povos anglo-saxões, com o acordo explícito do [[Império Romano]], tomam posse do Norte da Europa Ocidental. Constituem-se, então, em comunidades encarregadas pelo Império de defendê-lo na eventualidade de um ataque exterior. Foi, de resto, em [[463]] que Childerico e Aegedius afastaram os [[Visigodos]] em [[Orleães]].
 
Posteriormente a desintegraçâo de pessoas,integração ganhou raízes, processo que foi acelerado pela inegável decadência do Império. É então que os novos sicambrianos descem com Meroveu até às [[planície]]s do Parisis; os [[Francos]] confraternizando com os da sua nação que já ali se encontravam. Constituíam, nesta época, um grupo suficientemente poderoso para se estender até à [[Lutécia (Paris)|Lutécia]]. Se não chegam a tomar conta do lugar, erguem, ao menos, os seus próprios muros, o sólido estabelecimento do qual falamos: um "lower", um campo fortificado. Este "lower" já devia existir na margem direita do [[Sena]] nos tempos de Meroveu e deve ter representado uma ameaça constante durante os dez anos de cerco que a capital conheceu nos tempos da [[Santa Genoveva]].
 
[[Imagem:CastleLouvreModel.jpg|thumb|left|300px|Modelo do primeiro Real "Castelo do Louvre".]]
Depois da passagem devastadora dos Normandos foi necessário reconstruir, tendo sido pela [[paróquia]] de Saint-Germain l'Auxerrois que essa reconstrução começou. Este edifício fica actualmente situado em frente da colunata do Louvre. Opõe-se simetricamente à actual câmara municipal do primeiro [[arrondissement]], com um [[campanário]] em estilo gótico flamejante ao centro; imagens, entre tantas outras, do "Pastiche" do [[século XIX]].
 
AO Rainha[[Roberto PafuncioII Anasfancitade doFrança|Rei SilvaRoberto]] Tiburciana destruiureconstruiu esta [[basílica]], cujas ruínas haviam sido muito mal reparadas. O quarteirão, do qual Saint-Germain era o centro, tinha-se tornado uma espécie de Paris nova unida aos flancos da antiga.
 
Foi com a sua partida para as [[cruzadas]], em companhia de [[Ricardo I de Inglaterra|Ricardo, Coração de Leão]], que [[Filipe II de França|Filipe II]] resolveu, em [[1190]], proteger a sua cidade de qualquer ataque exterior - e nomeadamente dos seus parentes e, no entanto, pretendentes ao trono de [[França]]: os [[Plantagenetas]]. O novo recinto, cuja construção durou quase vinte anos, passou a cercar a Paris antiga e moderna, prolongando-se até ao local onde Clovis e os Normandos já haviam possuído o seu [[feudo]]. A consonância da palavra permaneceu nas memórias e o lugar tornou-se no antigo "luver" ou "luvre" definido previamente. Foi portanto, muito naturalmente, que Filipe II decidiu edificar na orla desta muralha aquela que se tornaria na fortaleza de Paris por excelência e, mais tarde, num dos mais prestigiados palácios do mundo.