Diferenças entre edições de "Carlos Fino"

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Além de Moscovo, '''Carlos Fino''' foi ainda '''correspondente e chefe das delegações da RTP em Bruxelas (1995-1998) e Washington (1998-2000).'''
[[File:Carlos Fino.jpg|thumb|Notório Saber em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB).Novembro de 2013.]]
Como '''correspondente de guerra''', assegura, no início dos anos 90, a cobertura de diversos conflitos na periferia da ex-URSS: Abkhásia, Geórgia, Nagorno-Karabakh (enclave arménio na república do Azerbaijão), Moldávia e Chechênia; esteve também na entrada dos mujahideen em Cabul (1992) . Ainda nesta qualidade, nos anos 2000, assegura a cobertura dos conflitos do Médio-Oriente (reocupação israelita dos territórios palestinos da Cisjordânia), Afeganistão (ataque norte-americano contra os Taliban depois do atentado às torres gémeas, em Nova Iorque) e última Guerra do Iraque (2003).
 
Pela excelente repercussão mediática que a cobertura da RTP no Iraque teve no Brasil (via RTP Internacional e TV Cultura de São Paulo), '''Carlos Fino''' foi convidado, a seguir ao conflito, a deslocar-se àquele país, onde proferiu palestras nas Faculdades de Comunicação de várias universidades, designadamente Fortaleza, Natal, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Na capital brasileira, Carlos Fino foi então recebido no Planalto pelo '''Presidente Lula,''' integrando o primeiro grupo de correspondentes internacionais a avistar-se com o então recém-eleito chefe de Estado brasileiro.
 
Em 2004, '''Carlos Fino''' publica, com a chancela da Verbo, '''"A Guerra em Directo"''', livro em que passa em revista a sua experiência como repórter de guerra em diferentes cenários. O livro, que foi "best-seller" em Portugal, teve edição brasileira sob o título '''"A Guerra ao Vivo".'''
Entre 2004 e 2012, '''Carlos Fino''' foi conselheiro de imprensa da '''Embaixada de Portugal no Brasil''', tendo, no âmbito dessas responsabilidades, mantido um programa de rádio semanal na Brasília Super-Rádio FM e participado, como consultor e apresentador (juntamente com o jornalista brasileiro Paulo Markun) de uma '''série de 13 programas de televisão ''' - '''"Lá e Cá"''' - uma co-produção da TV Cultura de São Paulo com a RTP2.
 
Ao longo da sua carreira de quase quatro décadas como comunicador, Carlos Fino foi distinguido com diversos prémios, entre os quais se destacam o Grande Prémio de Jornalismo do Club Português de Imprensa (1994), pela cobertura da primeira guerra da Chechenia, o Troféu Gazeta de Mérito do Clube de Jornalistas (2003/2004) pela cobertura da Guerra do Iraque e um Reconhecimento pela National Academy of Television Art and Science''' '''de Nova Iorque, pela cobertura da guerra no Afeganistão.
 
Em 2004, o jornalista foi condecorado pelo Estado português com a '''Ordem do Infante D. Henrique no grau de Comendador '''e distinguido com o título de '''Cidadão Honorário de Brasília'''.
 
'''Carlos Fino, '''que se aposentou em 2013, costuma ser lembrado como "aquele repórter do furo mundial", por ter sido o primeiro a anunciar, com imagens ao vivo, o bombardeamento de Bagdade na última Guerra do Golfo (2003), levando a televisão pública portuguesa RTP a superar estações concorrentes muito mais poderosas, como a CNN, a BBC e a SKY. Na altura, o jornal ''Correio Braziliense'' titulou na primeira pagina: '''"Fino, o português que furou a CNN".
 
Reconhecendo o valor da sua larga experiência como jornalista - repórter, correspondente internacional e correspondente de guerra, a Universidade de Brasília (UnB) atribuiu a Carlos Fino, em Novembro de 2013, o título de '''"Notório Saber" em Comunicação''', que no Brasil é legalmente equiparado a um doutorado.[[Categoria:Jornalistas de Portugal]][[Categoria:Naturais de Lisboa]]
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