Diferenças entre edições de "Fernando de Rojas"

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Sabe-se que se estableceu na localidade de [[Talavera de la Reina]], localidade onde alguns autores pensão que foi presidente da câmara<ref>[http://www.spanisharts.com/books/masters/es_rojas.htm www.spanisharts.com]</ref> e onde se casou. A sua condição de convertido influi no argumento da sua obra, que ao parecer da maioria dos críticos é resultado de alguém nesta condição: foi dito que a ausência de uma fé firme justificaria o [[pessimismo]] de ''La Celestina'' e a falta de esperança patente no seu dramático princípio.
 
Morreu em [[1541]] em [[Talavera de la Reina]], entre o dia 3 e o dia 8 de Abril. Os seus restos mortais foram enterrados no convento Madre de Deus dessa cidade e nos anos oitenta do século XX foram transferidos para a [[ColegiadaColegiata de Santa María la Mayor]] de Talavera. Conserva-se o seu testamento, datado de dia 3 de Abril do ano da sua morte, muito detalhado, que foi o deleite dos críticos ao poderem estudar a sua abundante biblioteca. Deixou os livros de Direito ao seu filho, que também foi advogado, e os de literatura profana à sua esposa. No inventário da biblioteca encontra-se apenas um exemplar da sua obra (Quando faleceu haveria, pelo menos, 32 edições da obra) e nenhum de ''Segunda comedia de La Celestina'' e de ''Tercera parte de la tragicomedia de Celestina'', publicadas em vida.
 
== Fernando de Rojas como personagem da novela ==