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Deixou seu legado à Psicologia com a [[Escala de Allport]], definida em seu livro ''A natureza do preconceito'' de [[1954]] para mensurar a extensão do [[preconceito]] numa determinada [[sociedade]]. Allport também trouxe uma importante contribuição à teoria motivacional, desvendando a natureza dinâmica da mesma. Segundo Gordon, há uma tendência em se acreditar que a motivação seja estática e pouco interativa. Por essa razão, Allport criou a teoria da autonomia funcional da motivação, ou seja, pode-se começar um comportamento com apenas uma motivação e, com o passar do tempo, ter o mesmo comportamento, só que por outras razões. Um exemplo: O casamento monogâmico pode ter motivação sexual num primeiro momento, mas depois, ele pode ser mantido por ambos parceiros por causa dos filhos. Com o passar do anos, cuidar das crianças pode não ser mais necessário e o casamento ainda existir por conta de uma possível perda patrimonial com o divórcio. Na terceira idade, o casamento pode ainda estar em andamento em função do medo da solidão associado ao benefício da pensão. Veja que nesse exemplo, a motivação sexual inicial se transformou e combinou-se com outras forças individuais e/ou ambientais.
Gordon W. Allport provavelmente sera lembrado mais pelas questoes que levantou e pelos principios que enfatizou do que por uma teoria particular. Durante sua longa e influente carreira, ele enfatizou os aspectos humanos, saudaveis e organizados do comportamento. Isso se opoe a outras ideias que enfatizam os aspectos animalisticos, neuroticos, mecanicos e relacionados com a redução da tensao do comportamento. Nesse sentido, ele foi um critico de certos aspectos da psicanalise. As primeiras publicações de Allport, escritas com seu irmao mais velho, Floyd, enfocavam os traços como aspectos importantes da teoria da personalidade (Allport e Allport, 1921). Allport acreditava que os traços sao as unidades basicas da personalidade. Segundo ele, os traços realmente existem e são baseados no sistema nervoso. Eles representam disposiçoes generalizadas da personalidade que explicam regularidades no funcionamento da pessoa em situações diferentes e com o passar do tempo. Os traços podem ser definidos de acordo com tres propriedades - frequencia, intensidade e variedade de situações. Por exemplo, uma pessoa muito submissa seria submissa com frequencia em uma ampla variedade de situações.
 
<big><big>Texto grande</big>TRAÇOS, ESTADOS E ATIVIDADES</big>
 
Em uma analise hoje considerada classica de descritores da personalidade, Allport e Odbert (1936) diferenciaram caracteristicas da personalidade e de outras importantes unidades de analise na pesquisa da personalidade. Allport e Odbert definiram os traços como "tendencias determinantes generalizadas e personalizadas - modos consistentes e estaveis de ajuste de um individuo ao seu ambiente" (1936, p.26). Assim, os traços distinguem-se de estados e de atividades que descrevem aqueles aspectos da personalidade que sao temporarios, breves e causados por circunstancias externas. Chaplin, John e Goldberg (1988) replicaram as classificaçoes de descritores da personalidade em tres categorias propostas por Allport e Odbert: traços, estados, e atividades.
 
== {{Ver também}} ==