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No [[budismo]] [[Tibete|tibetano]], ''Shambhala'' é um reino [[Mito|mítico]] oculto algures na cordilheira do [[Himalaia]] ou na [[Ásia]] central, próximo da [[Sibéria]]. É mencionado no ''[[Kalachakra Tantra]]'' <ref>'''Fic, Victor M.''' ''The Tantra''. Abhinav Publications, 2003, p.49.</ref> e nos textos da cultura [[Zhang Zhung]], que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião [[Bön]] o chama de Olmolungring <ref>'''Kavǣrne, Per.''' ''The Bon Religion of Tibet''. Shambhala, 1996</ref>.
 
''Shambhala'' significa em [[sânscrito]] "um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade", e acredita-se que seus habitantes sejam todos [[iluminação|iluminados]]. A linha [[Tantra]] afirma que um dos reis de Shambhala, [[Suchandra]], recebeu de [[Buda]] o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova [[Era dourada|Idade de Ouro]].Na [[Índia]], essa doutrina desapareceu a partir do advento do [[Islã]], porém no [[Tibete]] continua viva.
 
''Shambhala'' também é associada ao império histórico [[Sriwijaya]], onde o mestre [[Atisha]] estudou sob [[Dharmakirti]] e recebeu a [[iniciação]] [[Kalachakra]]. Também é considerada a capital do Reino de [[Agartha]], constituído, segundo as cosmologias do [[taoismo]], [[hinduísmo]] e [[budismo]], por oito cidades etéricas.
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