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O paliativismo tem crescido intensamente nos últimos anos. No Reino Unido, nos anos de 2003 e 2004, cerca 250 mil pessoas foram pacientes da prática nos hospices ou em outros locais de atendimento. Hoje, o tratamento é gratuito e sustentado através de [[caridade]], apesar de já ter sido financiado pela ''National Health Service''.
 
Nos [[Estados Unidos]], o movimento passou de voluntário, melhorando os cuidados a pessoas que morriam sozinhas, isoladas ou em [[Hospital|hospitais]], para um significante componente do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Esse é o único tratamento cujos benefícios do [[Medicare]] inclui remédios, equipamento médico e assistência em tempo integral. A maioria dos cuidados é feita na casa do paciente. É também disponível em diversos ambientes como, casas de [[enfermagem]], [[Prisão|prisões]], hospitais.
 
O primeiro programa de tratamento paliativo feito num hospital, nos Estados Unidos, começou no fim dos [[anos 80]], com poucas instituições. Desde então, tem havido um intenso aumento no número de programas, mais de 1200 atualmente. Aproximadamente, 55% dos hospitais com mais de 100 leitos possuem um programa. Nos hospitais, o funcionamento dos cuidados paliativos pode ser caro. Requer tempo e integração de vários profissionais. Além disso, os pacientes podem não ter [[seguro]] adequado ou quantia em dinheiro suficiente para cobrir os custos. Assim, estratégias para financiamento de programas de cuidados paliativos se concentram em cortar custos hospitalares, garantindo renda.<ref>[http://en.wikipedia.org/wiki/Palliative_care Wikipédia inglesa]</ref>
* [http://www.apcp.com.pt/ Associação portuguesa de cuidados paliativos]
 
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[[Categoria:Ética médica]]
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