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D. Martinho Mascarenhas, filho do duque, foi também encarcerado. Ficou conhecido como «o marquesinho». Em [[1777]], por morte do rei D. José, saiu das prisões da Junqueira. Só e sem família, passou tempos com os frades de Mafra, obtendo depois por intervenção do [[marquês de Alorna]] o posto de capitão num regimento. Foi 6.º marquês de Gouveia, título também extinto. D. [[João VI de Portugal|João VI]], ainda príncipe regente, concedeu-lhe por fim uma mesada de 100$000 réis, e assim viveu até [[1804]], ano em que faleceu, extinguindo-se uma das mais ilustres casas.<ref>Teixeira Leite, José Roberto. ''A China No Brasil: Influencias, Marcas, Ecos E Sobrevivencias Chinesas Na Sociedade E Na Arte Brasileiras''. Universidade Estadual de Campinas, 1999. pp. 232. ISBN 8526804367</ref>
 
Os motivos conducentes à execução do duque, mais do que relacionados com a ligação ao processo dos Távora, devem ser entendidos num quadro de eliminação, por parte de Pombal, das mais poderosas casas nobiliárquicas de Portugal - tal era o caso do Ducado de Aveiro, cujo ancestral [[Jorge de Lancastre|D. Jorge de Lancastre]] era (tal como o primeiro Bragança, [[Afonso I de Bragança|D. Afonso]]) um bastardo régio e, por essa via, embora com algum afastamento, José de Mascarenhas se achava na via de sucessão ao trono português. D. José de Mascarenhas da Silva e Lencastre, 8º e o último Duque de Aveiro deixou descendência ilegítima (Família Ramos-Sarrico) na cidade de Aveiro, mais precisamente na freguesia de Aradas.
 
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