Diferenças entre edições de "Miguel António do Carmo de Noronha de Paiva Couceiro"

 
Prestou serviço em Cavalaria 7 e em Lanceiros 2, em Lisboa, sendo promovido a Tenente a 1 de Dezembro de 1936. De 15 de Setembro de 1936 a Dezembro de 1938 desempenhou as funções de Chefe da Repartição Militar das Forças Militares da extinta Companhia de Moçambique, com sede na Beira. Deixou este posto a 19 de Novembro de 1938 devido a um desastre de viação que o forçou a quase 1 ano de estadia em Paris aonde foi submetido a delicadas operações cirúrgicas. Foi reintegrado em Cavalaria 2 a 30 de Setembro de 1939, passando para Cavalaria 1 a 31 de Março de 1943. A 20 de Março de 1943 foi promovido a capitão e voltou a passar por Cavalaria 2 e 5 até ser colocado ao serviço do Ministério das Colónias a 1 de Outubro de 1948.<ref>Arquivo Geral do Exército, Ministério da Defesa Nacional</ref>
 
Foi nomeado Governador de [[Diu]] por Portaria Ministerial de 9 de Agosto de 1948. Desentendido com o então Governador do Estado da Índia, Almirante Quintanilha, deixou o Governo de Diu a 31 de Julho de 1950. Foi nomeado Curador Interino dos Indígenas em Johanesburgo a 19 de Outubro de 1950. A seu pedido foi colocado na situação de reserva por Portaria de 30 de Outubro de 1953.
 
Tendo então passado à vida civil, foi nomeado Director da Companhia Colonial do Búzi em Sofala, Moçambique, que deixou em 1959.
 
Casou em Lisboa em 8 de Agosto de 1936 com Maria Teresa de Jesus de Gusmão Correia Arouca, filha de Simão de Gusmão Correia Arouca, ajudante do Procurador Geral da Coroa, e de sua mulher D. Maria Luísa Ulrich, de quem teve 4 filhos.
 
Casou, em segundas núpcias, em 21 de Janeiro de 1959, na Igreja Escocesa de Santo André, em Colombo (Ceilão), com a Senhora D. Carol Talib-ud-din, nascida em 9 de Fevereiro de 1908, no Panjabe, Estado islâmico da península Hindustânica, formada em Letras pela Universidade de Lahore, capital daquele Estado. De ascendência muçulmana, é neta do mulah da aldeia de Gigrão. Seu pai, Talib-ud-din, que em urdu significa “o que procura a fé”, abandonou a crença islamita e converteu-se ao cristianismo; foi o primeiro moderador eleito da Igreja Presbiteriana Americana da Índia. (In ''Separata de “A Arte do Ex-Libris”'', Braga – 1970). Não houve filhos deste casamento.
 
Foi nomeado Governador de [[Diu]] por Portaria Ministerial de 9 de Agosto de 1948. Desentendido com o então Governador do Estado da Índia, Almirante Quintanilha, deixou o Governo de Diu a 31 de Julho de 1950. Foi nomeado Curador Interino dos Indígenas em Johanesburgo a 19 de Outubro de 1950. A seu pedido foi colocado na situação de reserva por Portaria de 30 de Outubro de 1953.
 
==Filhos do primeiro casamento==
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