Diferenças entre edições de "Representação proporcional"

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No sistema proporcional, é necessário calcular o número de candidatos que cada partido poderá eleger. Há um [[Quociente eleitoral|quociente partidário]] mínimo, que varia de acordo com o país; os partidos que receberem uma porcentagem dos votos inferior a esse quociente mínimo não recebem nenhuma vaga no parlamento. Por essa razão, os votos totais são calculados e são avaliados de acordo com o [[método do resto maior]] ou o método da maior média. No primeiro caso, utiliza-se um [[quociente eleitoral]] que pode ser o número total de votos dividido pelo número de cadeiras no parlamento (Hare) ou o número total de votos dividido pelo número de cadeiras no parlamento mais um, tudo isso somado a um (Droop). Esse quociente é subtraído do total de votos que cada partido recebeu, de forma que os partidos recebem uma cadeira para cada subtração possível num primeiro turno. Quando esse recurso de esgota, são entregues cadeiras restantes para os partidos com maiores totais de votos.<ref name="books.google.com.br"/>
No método da maior média, o cálculo é feito por meio de uma operação de divisão. O [[método D'Hondt]] é o mais popular, estando em vigor em países como a Finlândia, Israel, o Brasil, etc. Eleele consiste na divisão do total de votos que cada partido recebeu pelos divisores 1, 2, 3 e assim por diante, de forma que os partidos com as maiores médias recebem as cadeiras. Esse método tende a ser menos proporcional que o [[método do resto maior]], pois não representa tão bem os partidos menores.<ref name="books.google.com.br"/>
 
== Origens ==
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