Diferenças entre edições de "Languedoc"

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Não demoraram em constituir feudos independentes e a partir do reinado de Carlos III, houve [[condes de Toulouse]] occitanos e [[marqueses de Narbona]] que governaram livremente aquelas cidades ricas e poderosas.
 
Durante a Idade Média Plena, [[Urbano II]] deu em [[Maguelona]] o sinal da primeira [[cruzada]] e cem mil homens partiram daquela cidade até a [[Terra Santa]] por ordens de [[Raimundo de Toulouse|Raimundo de Saint Gilles]]. A chamada "[[cruzada albigense|cruzada]]" católica contra os [[albigenses]] trouxe a desolação para aquelas terras e [[Simão IV de Montfort]] venceu a [[batalha de Muret]] em 1213 contra os aragoneses (quando morreu [[Pedro II de Aragão|Pedro II]]) e garantiu a Languedoc dando a [[Felipe Augusto]] em 1216 o [[condado de Toulouse]], o ducado de Narbona e os viscondados de [[CarcassonaCarcassonne]] e Bezièrs[[Béziers]], que desta maneira ficaram [[feudo|enfeudados]] à Coroa Francesa.
 
Durante a [[Guerra dos Cem Anos]], a Languedoc foi invadida pelos [[Borgonha|borgonheses]] e ingleses. Foi onde o [[Delfim de França|delfim]] [[Carlos VII da França|Carlos]] se refugiou depois de entregar Paris aos ingleses. Carlos VII entregou seu território ao duque de [[Berry]], que restaurou a área com base em impostos pesados (abolidos por [[Francisco II da França|Francisco II]]).