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{{Sem infocaixa|Biografia}}
{{Mais notas||arte|bio|data=outubro de 2012}}
[[File:Robert Rauschenberg (1968).jpg|thumb|Robert Rauschenberg (1968)]]
[[Ficheiro:Rauschenberg3.JPG|thumb|200px|''Riding Bikes'', [[Berlim]], [[Alemanha]] ([[1998]]).]]
Rauschenberg une a pintura à [[comunicação]], privando esta (em sua opinião) de sua ''[[aura]]'' - conceito desenvolvido nas obras de [[Walter Benjamin]] - e dizia não confiar em idéias, preferindo os materiais, pois estes o colocariam em confronto com o desconhecido. O artísta, mais jovem, fez parte do movimento [[Dadaísmo|Dadá]] em Nova Iorque, empregando ''"processos de collage fotográfica e serigráfica, produzindo impressões diretas de objetos imagísticos sobre placas sensibilizadas"'' (Thomas, 1994, p. 102).
 
Acreditava ele que a pintura se relacionava com a vida e com a arte, assim buscando agir entre estes dois pólos. Nessa perspetiva o artista, em ''[[Bed]]'' (''Cama''), pinta o que acredita-se ser sua própria coberta, tornando a obra tão pessoal e íntima quanto um [[auto-retratoautrretrato]], confrontando assim o aspeto pessoal de uma cama arrumada com o meio artístico, ao pendurá-la em uma parede, na vertical. Assim, ainda que a cama perca sua função, ela ainda pode ser relacionada às atividades íntimas nela exercidas.
 
Nesse ponto, os limites entre a pintura e a [[escultura]] são tensionados até sua rutura, bem como os limites entre o cotidiano e a arte. Os elementos inclusos em seu trabalho fazem referências à cultura popular, enfatizando a teoria de Rauschenberg sobre objetos diários e a arte.
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