Diferenças entre edições de "Estado cliente"

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=== Sob o Império Mongol ===
No [[século XIII]], a [[CoréiaCoreia]] foi invadida pelo poderoso [[Império Mongol]]. Depois do tratado em [[1260]] e invasão de [[1270]], [[Goryeo]] se tornou uma dependência da [[dinastia Yuan]].
 
=== Império Otomano ===
 
=== Estados Unidos ===
Depois de [[1945]], o termo foi aplicado frequentemente aos países governados por ditaduras apoiadas abertamente pelos [[Estados Unidos]] ou pela [[União Soviética]]. Durante a [[Guerra Fria]], muitos países latino-americanos, como [[Guatemala]], [[El Salvador]], [[Nicarágua]] até [[1979]], [[Cuba]] até [[1959]], e o [[Chile]] sob o regime do general [[Augusto Pinochet]] foram vistos como estados clientes dos Estados Unidos, já que o governo estadunidensesdos Estados Unidos teve uma influência significativa sobre as políticas dessas ditaduras. O termo era igualmente aplicável aos outros regimes autoritários com laços estreitos com os Estados Unidos durante a Guerra Fria, mais apropriadamente chamado de ''proxy states'' dos Estados Unidos, como o [[Vietnã do Sul]], [[Irã]] até [[1979]], o [[Camboja]] sob o regime de [[Lon Nol]], [[Filipinas]] e [[Arábia Saudita]]. Um exemplo de caso da construção de um Estado cliente são as relações entre os Estados Unidos e o Irã sob o [[xá]].<ref>Gasiorowski, Mark ''US Foreign Policy and the Shah'', Cornell University Press, 1991</ref>
<!-- The term might also arguably be used for those states extremely economically dependent on a more powerful nation. The three Pacific ocean countries associated with the United States under the [[Compact of Free Association]] (the [[Federated States of Micronesia]], the [[Marshall Islands]] and [[Palau]]) may fall somewhat in this category. -->
 
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