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{{catolicismo}}
O '''Rito Romano''' é um dos [[ritos litúrgicos latinos]], ou seja, um dos [[:Categoria:Ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica|ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica]], que se desenvolveram numa zona da [[Europa Ocidental]] e do norte da [[África]], onde o [[latim]] era a língua da educação e da cultura, e que são distintos dos outros utilizados pelas Igrejas de [[rito oriental]] que se desenvolveram na [[Europa Oriental]] e no [[Médio Oriente]]. Tornou-se o rito padrão do Ocidente desde a emissão da [[Bula pontifícia|Bula]] ''[[Quo Primum Tempore]]'' por [[Papa Pio V|São Pio V]] aosem [[14 de julho]] de [[1570]], em conformidade com o espírito do [[Concílio de Trento]].
 
O Rito Romano é a maneira como se celebra a [[missa|Santa Missa]] ([[Missal Romano]]<ref>[http://www.acolitos-sjm.com.pt/Formacao/MissalRomano.pdf Esquema do Missal Romano]</ref>), os demais [[Sacramento]]s (Ritual Romano<ref>[http://www.cesjesuit.br/admin/arquivos/do%20RITUAL%20de%20exorcismos.pdf Ritual do Exorcismo]</ref>), a [[Liturgia das Horas]] (Breviário<ref>[http://www.edicoescnbb.com.br/site/page.php?idPage=44 Breviário Romano tradução para o Brasil, Tempo Comum]</ref>) e demais celebrações [[liturgia|litúrgicas]] e para-litúrgicas (Cerimonial dos Bispos) pela [[Diocese de Roma|Igreja de Roma]] e pelas [[Igreja particular|Igrejas Particulares]] ou [[Congregação|Congregações]] que o adotaram, por escolha ou tradição, a maior parte da [[Igreja Católica Latina]]
 
== Evolução do Rito ==
Acerca da Evolução do Rito Litúrgico, especificamente o Romano, foram escritas a [[encíclica]] ''Mediator Dei'' pelo [[Pio XII|Venerável Pio XII]] e a [[Concílios ecuménicos católicos|Constituição Conciliar]] do [[Concílio Vaticano II|Vaticano II]] ''[[Sacrosanctum Concilium]]'' ratificada pelo [[Papa|Santo Padre]] [[Paulo VI]].
 
Somente a Igreja, por autoridade de seus legítimos pastores, pode definir as formas litúrgicas e rituais mais oportunas. Por serem expressão e exposição do ''depositum fidei'' confiado à [[Igreja Católica|Igreja]] pelo próprio Deus e assistida pelo [[Espírito Santo]], as reformas litúrgicas decididas pelo Papa ou pelo [[Bispo|Colégio Apostólico]] em comunhão com aquele não podem ser postas em causa pelos fiéis, inclusive por bispos: tal é válido tanto com relação às inovações—como é o caso do ''Novus Ordo Missæ'' de Paulo VI --, como à reafirmação da legitimidade e possibilidade de uso de rito antigo—como é o caso do Motu[[motu Proprioproprio]] ''Summorum Pontificum'' dedo [[Papa Bento XVI]].
 
Ainda que os Padres Conciliares decidam restaurar a liturgia, como no último Concílio, eles o fazem de forma adaptada ao tempo da Igreja em sua peregrinação terrestre e com fidelidade à fé das gerações precedentes, que é a Única e Mesma Fé professada pelo Corpo Místico de Cristo através dos tempos. É, todavia, [[utopia|utópico]] pretender restaurar perfeitamente a liturgia das origens, o Sacrifício de Cristo como o fora na [[Última Ceia]], porque a [[história]], ciência humana, é incapaz de conhecê-la pela falta de registros e documentos suficientes, podendo fazê-lo, somente, de maneira aproximada.
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