Eudóxia Paleóloga: diferenças entre revisões

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'''Eudóxia Paleóloga'''({{langx|el|Ευδοκία Παλαιολογίνα}}; {{ca.}} {{dni|||1265}}&ndash;{{morte|18|9|1302}}<ref>[[Michael Panaretos]], ''Chronicle'', ch. 6</ref>) era a terceira filha do [[imperador bizantino]] [[Miguel VIII Paleólogo]] com sua esposa [[Teodora Ducaina Vatatzina]], uma sobrinha-neta de [[João II Ducas Vatatzes]] do [[Império de Niceia]].
 
== Vida ==
Em 1282, Eudóxia casou-se em [[Constantinopla]] com [[João II de Trebizonda|João II Megacomneno]], [[imperador de Trebizonda]], com quem teve dois filhos, [[Aleixo II de Trebizonda|Aleixo]] e [[Miguel de Trebizonda|Miguel]]<ref>William Miller, ''Trebizond: The last Greek Empire of the Byzantine Era: 1204-1461, 1926 (Chicago: Argonaut, 1969), p. 29</ref>. Em 1298, depois da morte do marido da ascensão do filho Aleixo ao trono, retornou para a corte de seu irmão em Constantinopla levando Miguel consigo<ref>Miller, ''Trebizond'', p. 32</ref>.
 
[[Andrônico II Paleólogo]] recebeu a irmã planejando utilizá-la para selar um acordo diplomático com [[Estêvão Milutino]], [[rei da Sérvia]]: a mão de Eudóxia em troca de paz. Estêvão era favorável ao acordo, pois sua esposa havia acabado de morrer. ''"Mas nada que Andrônico pudesse fazer conseguiria influenciar a irmã dele a uma vida com um asqueroso bárbaro na Sérvia selvagem"'', escreveu Donald M. Nicol<ref>Nicol, ''The last centuries of Byzantium, 1261-1453'', second edition (Cambridge: University Press, 1993), p. 119</ref>. Estêvão foi obrigado a se contentar com [[Simonida]], uma filha de Andrônico com sua segunda esposa, [[Irene de Monferrato]].
 
Enquanto isso, Aleixo II decidiu casar-se com [[Djiadjak Jaqeli]], uma princesa [[Reino da Geórgia|georgiana]]. Seu tio, o imperador Andrônico II, que havia sido nomeado seu guardião por João II Megacomneno, queria que o casamento fosse anulado, pois planejava casar Aleixo com a filha de [[Nicéforo Choumnos]], um alto oficial da corte bizantina. Eudóxia se aproveitou do pretexto de convencer o filho a dissolver o casamento para conseguir permissão de voltar para Trebizonda em 1301. Ao chegar, porém, ela aconselhou o filho do contrário. Eudóxia morreu no ano seguinte e William Miller especula que ela teria sido enterrada na Igreja de São Gregório de Nissa<ref>Miller, ''Trebizond'', pp. 32f</ref>.
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