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==Tecnologia==
Existem três tipos primários de tecnologia aplicada aos maglev. Uma que é baseada em [[ímã]]s [[Supercondutividade|supercondutores]] (suspensão eletrodinâmica), outra baseada na reação controlada de [[eletroímã]]s, (suspensão eletromagnética) e a mais recente e potencialmente mais econômica que usa ímãs permanentes (IndutrackInductrack).
 
O [[Japão]] e a [[Alemanha]] são os países que mais têm pesquisado esta tecnologia, tendo apresentado diversos projetos. Num deles o trem é levitado pela força repulsiva dos polos idênticos ou pela força atrativa dos polos diferentes dos ímãs. O trem é propulsionado por um motor linear, colocado na linha, no trem ou em ambas. Bobinas elétricas são massivamente colocadas ao longo da linha de modo a produzir o [[campo magnético]] necessário para a movimentação do trem, especulando-se que por isso que a construção de tal linha teria custos enormes.
==Levitação magnética supercondutora==
 
A tecnologia da levitação magnética supercondutora (SML) baseia-se na propriedade diamagnética dos supercondutores para exclusão do campo magnético do interior dos supercondutores. No caso dos supercondutores do tipo II, esta exclusão é parcial, o que diminui a força de levitação, mas conduz à estabilidade, dispensando sistemas de controle sofisticados ou rodas. Esta propriedade, que representa o grande diferencial em relação aos métodos EDL e EML, só pôde ser devidamente explorado a partir do final do século 20 com o advento de novos materiais magnéticos, como o Nd2Fe14B (NdFeB), e de pastilhas supercondutorassuper-condutoras de alta temperatura crítica, como o YBa2Cu3OX (YBCO).
 
Os novos supercondutores de alta temperatura crítica podem ser resfriados com nitrogênio liquido (temperatura de ebulição -196°C) enquanto os supercondutores convencionais necessitam de hélio liquido (temperatura de ebulição –269°C), o que torna a refrigeração onerosa. Por se tratar da tecnologia mais recente, ainda não existe linha de teste em escala real. Em outros países, como no Brasil, existem linhas em modelo reduzido. No protótipo brasileiro, construido pelo grupo proponente deste projeto, o formato oval tem 30 metros de extensão, com guia linear formada por imãs de NdFeB compondo o circuito magnético e interagindo com os supercondutores de YBCO para levitação. O MagLev é acionado por motor linear síncrono (LSM) de armadura longa, alimentado com inversor de frequência. <ref>''[http://www.sbpcnet.org.br/livro/60ra/textos/CO-RichardStephan.pdf]''</ref>
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