Diferenças entre edições de "Principado da Ibéria"

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|forma_de_governo = Monarquia
|império = [[Império Bizantino]]
|ano_início = {{DC|588|x}}
|evento_início=Fundado por [[Bagrat III da Geórgia|Bagrat III]]
|ano_fim = {{DC|888/1088|x}}
|evento_início =Fundação por [[Guaram I da Ibéria|Guaram I]]
|evento_fim =[[Bagrat III da Geórgia|Bagrat III]] funda o [[Reino da Geórgia]]
|data_fim =
|evento1 =[[Adarnase IV da Ibéria|Adarnase IV]] se declara [[rei dos georgianos]]
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|ano_evento1 =888
|p1 = Reino da Ibéria
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|s1 = Reino da GeórgiaTao-Klarjeti
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|título_líder= [[Eristavi|Príncipe presidente]] / rei
|líder1 = [[Guaram I da Ibéria|Guaram I]] <small>(primeiro)</small>
|ano_líder1 = 588–''ca.'' 590|x
O sucessor de Guaram, o segundo príncipe presidente, [[Estêvão I da Ibéria|Estêvão I]], reorientou a política georgiana para os persas numa tentativa de reunir as duas metades de seu país, o que lhe custou a vida quando o imperador [[Heráclio]] atacou Tbilisi em 626<ref>Suny, p. 26.</ref>. Heráclio reinstalou no trono um membro mais pró-bizantino dos cosroidas, que, apesar disso, foi forçado a reconhecer a suserania do [[califa omíada]] na década de 640, apenas para se revoltar, sem sucesso, contra seus novos mestres na década de 680. Sem o Principado da Ibéria, os cosroidas se retiraram para seu [[apanágio]] na Cachétia, onde governaram como príncipes locais até a extinção da família por volta de 800. Os guaramidas retornaram ao trono e enfrentaram a difícil missão de manobrar entre os interesses dos árabes e dos bizantinos. Os primeiros, preocupados principalmente em manter o controle das cidades e rotas comerciais, tomaram Tbilisi e criaram ali o [[Emirado de Tbilisi]] na década de 730, expulsando os príncipes ibéricos para [[Uplistsikhe]], de onde conseguiam exercer apenas uma limitada influência sobre os demais senhores georgianos, todos entrincheirados em seus castelos para tentar alguma autonomia em relação aos árabes<ref>Suny, p. 29.</ref>. Os guaramidas foram sucedidos por um curto período pelos [[nersianidas]] entre 748 e 779/80 e desapareceram para sempre em 786, ano de uma sangrenta campanha de repressão contra os rebeldes nobres georgianos organizada por [[Khuzayma ibn Khazim]], ''[[wali]]'' ("vice-rei") do Cáucaso<ref>Suny, p. 28.</ref>.
 
A extinação dos guaramidas e a situação precária dos cosroidas abriram espaço para que seus ambiciosos primos da família [[Bagrátidas georgianos|bagrátida]], na figura de [[Ashot I Curopalata|Ashot I]] (r. 786/813&ndash;830), reunissem suas heranças em partes da Ibéria. Depois de aceitar a proteção bizantina, os bagrátidas, de suas bases na região de [[Tao-Klarjeti]], presidiram um período de renascimento cultural e de expansão cultural. Em 888, [[Adarnase I Curopalata|Adarnase I]], dos bagrátidas, que havia emergido vitorioso de uma difícil disputa dinástica, conseguiu restaurar a autoridade real georgiana ao assumir o título de "[[rei dos georgianos]]" em [[Tao-Klarjeti]]<ref>Suny, pp. 29-30.</ref>.
 
{{Âncora|Príncipe da Ibéria}}