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Após a rebelião de [[1282]], o rei [[Carlos I da Sicília]] (Carlos de Anjou) foi forçado a deixar a ilha da [[Sicília]] devido à invasão pelas tropas de [[Pedro III de Aragão]]. Carlos I de Anjou, entretanto, manteve as suas possessões no continente (habitualmente conhecidas como o "Reino de Nápoles", devido à sua capital). O rei e seus sucessores [[Casa de Anjou|angevinos]] mantiveram uma reivindicação para a Sicília, quando em guerra contra os [[Coroa de Aragão|aragoneses]] até [[1373]], quando a rainha [[Joana I de Nápoles]] renunciou formalmente à reivindicação. A decisão da rainha Joana foi contestada por [[Luís I da Hungria|Luís, o grande]], rei angevino da [[Reino da Hungria|Hungria]], que capturou o reino várias vezes (1348–1352).
 
A rainha Joana também desempenhou um papel na morte de final do primeiro Reino de Nápoles. Como ela não tinha filhos, ela adotou [[Luís I, Duque de Anjou]] como seu herdeiro, apesar das declarações de seu primo, o príncipe de Durazzo, efetivamente configurar uma linha angevina júnior ([[ramo cadete]]) em concorrência com a linha sênior. Isso levou ao assassinato de Joana I nas mãos do Príncipe de Durazzo, em 1382, e sua apreensão do trono como Carlos III de Nápoles. As duas linhas concorrentes angevinas contestaram entre si pela posse do Reino de Nápoles ao longo das décadas seguintes. Filha de Carlos III, [[Joana II de Nápoles|Joana II]] (r. 1435-1414) adoptou [[Afonso V de Aragão]] (a quem ela mais tarde repudiou) e [[Luís III, Duque de Anjou|Luís III de Anjou]] como herdeiros alternadamente, finalmente, assentamento sucessão irmão de Luís Renato d'Anjou da linha angevina júnior.
 
O rei [[Renato I de Nápoles|Renato d'Anjou]] uniu temporariamente as reivindicações das linhas angevinas júnior e sênior. Porém, em 1442, [[Afonso V de Aragão|Afonso I]] conquistou o Reino de Nápoles e Sicília unificado-os e Nápoles mais uma vez virou uma das dependências de Aragão. Com a sua morte em 1458, o reino foi novamente separado e Nápoles foi herdado por [[Fernando I de Nápoles|Ferrante]], filho ilegítimo de Afonso.