Ética a Nicômaco: diferenças entre revisões

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IV.G.9. A vergonha, o recato e a sem-vergonhice.
 
'''Livro VVI.'''
A virtude intelectual
 
''VI.A. Introdução''
'''Livro V.'''
Justiça.
 
VI.A.1. Razões para estudar a virtude intelectual: o intelecto é dividido em contemplativo e calculativo.
''V.a. Sua esfera e natreza distinta. De que maneira a justiça é um meio-termo.''
 
VI.A.2. O objeto do intelecto contemplativo é a verdade. O objeto do intelecto calculativo é a verdade correspondente ao desejo correto.
V.a.1. O justo como o legal, e o justo como o proporcional e equitativo: o primeiro considerado.
 
''VI.B. As virtudes intelectuais capitais''
V.a.2. O justo como o proporcional e equitativo; distribuído em justiça distributiva e justiça retificatória.
 
VI.B.3. Ciência – conhecimento demonstrativo do necessário e do eterno.
V.a.3. A justiça distributiva de acordo com proporção geométrica.
 
VI.B.4. Arte – conhecimento de como fazer coisas.
V.a.4. A justiça retificatória, de acordo com proporção aritmética.
 
VI.B.5. Sabedoria prática (Phronesis) – Conhecimento sobre como assegurar os fins da vida humana
V.a.5. A justiça nas trocas; reciprocidade de acordo com uma proporção.
 
VI.B.6. Razão intuitiva – Conhecimento dos princípios a partir dos quais a ciência se desenvolve.
V.a.6. Justíça política e tipos análogos de justiça.
 
VI.B.7. Sabedoria filosófica – União de razão intuitiva e ciência.
V.a.7. Justiça natural e justiça legal.
 
VI.B.8. Relações entre sabedoria prática e ciência política.
''V.b. Sobre como a sua natureza intrínseca envolve escolha.''
 
''VI.C. Virtudes intelectuais menores relacionadas a conduta''.
V.b.8. A escala gradativa de ações errôneas.
 
VI.C.9. A bondade na deliberação, como está relacionada ao conhecimento prático.
V.b.9. Pode um homem ser voluntariamente ser tratado de modo injusto? Será o distribuidor, ou o receptor, o culpado da injustiça na distribuição. A justiça não é tão fácil como pode parecer, pois não é uma maneira de agir, mas uma disposição interna.
 
VI.C.10. Compreensão/entendimento – a qualidade crítica em confronto com a qualidade imperativa da sabedoria prática.
V.b.10. Equidade, um corretivo da justiça legal.
 
VI.C.11. Julgamento – A discriminação correta do equitativo:o lugar da intuição na esfera moral.
V.b.11. Pode um homem tratar a si mesmo injustamente?
 
''VI.D. Relação entre sabedoria prática e sabedoria filosófica.''
 
VI.D.12. Para que servem a sabedoria filosófica e a sabedoria prática? A sabedoria filosófica é a causa formal da felicidade. A sabedoria prática é o que garante a adoção dos meios apropriados para atingir aos fins desejados pela virtude moral.
 
VI.D.13. Relação entre a sabedoria prática e a virtude natural, virtude moral e as normas do que é certo fazer.
 
 
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