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Técnico em [[eletrônica]], filiou-se à [[VPR]] (Vanguarda Popular Revolucionária) e, um dos mais ativos combatentes do período, participou de diversas ações de guerrilha urbana entre 1968 e 1970. Ele tinha uma estreita ligação com [[Carlos Lamarca]], considerado o maior inimigo do [[regime militar brasileiro]]. Para não ser identificado pelos órgãos repressores, Fujimori usava codinomes: Edgar e Japonês. Ele assassinou o pequeno empresário Estanislau Ignácio Correa em 07 de novembro de 1968, quando o seu carro foi roubado e, o industrial, que estava desarmado e sozinho, foi morto com três tiros<ref>MIR, Luís. A Revolução Impossível. São Paulo: Bestseller, 1994 </ref>. O corpo foi retirado e seu carro levado pelos militantes da [[VPR]], depois abandonado ao se deparar com uma viatura policial.<ref>Folha de São Paulo de 08.11.1968, 2.ª Edição, página 16.</ref> Fujimori também comandou a repetição do assalto no [[Banco do Estado de São Paulo]] que foi assaltado em 1968 duas vezes pela [[VPR]].<ref>LAQUE, João Roberto. Pedro e Os Lobos: OS Anos de Chumbo na Trajetória de um Guerrilheiro Urbano. Editora Editorial, S./D., p. 222</ref>
 
Fujimori foi um dos militares que acompanharam [[Carlos Lamarca]] na quebra do cerco imposto em uma área de treinamento da VPR no [[Vale do Ribeira]], em [[São Paulo]]. Nesse episódio, ele assassinou a coronhadas de [[fuzil]] [[FN FAL]] o [[tenente]] da [[Força Pública]] (hoje, [[Polícia Militar]]) paulista [[Alberto Mendes Junior]].<ref>{{Ref-Citar livro|sobrenome=Gaspari|nome=Elio|título=As Ilusões Armadas: A Ditadura Escancarada|editor=Companhia das Letras|edição=2002|URLurl=http://books.google.com.br/books?id=_yuLTjvQxgMC&pg=PA1&dq=A+ditadura+escancarada&hl=pt-BR&ei=atYATv2YG8OWtweO5M3vDQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=3&ved=0CDgQ6AEwAg#v=onepage&q=A%20ditadura%20escancarada&f=false|idisbn=85-359-0299-6}}pg.197</ref>
 
==Morte==
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