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O [[diácono]] e dr. Mark Miravelle da [[Universidade Franciscana de Steubenville]], falou sobre a distinção entre veneração e adoração professado por essas religiões:
 
{{citação2|Adoração, que é conhecida como ''"[[latria]]"'' na teologia clássica, é o culto e a homenagem que é, de forma justa, oferecida somente a Deus. É o reconhecimento de sua excelência e perfeição divina. É a adoração do Criador que só Deus merece. Veneração, conhecida como ''"[[dulia]]"'' na teologia clássica, é a honra devida à excelência de uma pessoa. (...) Podemos ver um exemplo de veneração geral em eventos, como a atribuição de bolsas de excelência acadêmica na escola ou a atribuição de medalhas olímpicas para a excelência no esporte. Não há nada contrário à adoração de Deus quando oferecemos a devida honra e reconhecimento que as pessoas merecem baseados na realização de sua excelência. (...) A devoção de uma pessoa aos santos (...) não acaba com os santos em si, mas sim, em última análise, chega a Deus através dos santos. Este é um elemento importante para a adequada e autêntica compreensão da devoção aos santos (...). Prestar honra a um santo (...) em união amorosa com Deus é também homenagear o objeto de sua união amorosa: o próprio Deus, pois {{citar bíblia|Mateus|25|40|citação=quem honra seu irmão, também honra a Deus}}|What is Devotion to Mary?|Mark Miravelle<ref>Mark Miravalle, S.T.D, [http://www.chnetwork.org/journals/mary/mary_4.htm What is Devotion to Mary?]</ref>}}
 
Enquanto os católicos são por vezes acusados ​​de adorar imagens, em violação do primeiro mandamento,<ref name="Kreeft209">Kreeft, p. 209</ref> a Igreja Católica defende-se dizendo que é um mal-entendido. Segundo a Igreja, "«a honra prestada a uma imagem remonta<ref>São Basílio Magno, ''Liber de Spiritu Sancto'', 18, 45: SC 17bis. 406 (PG 32, 149).</ref> ao modelo original» e «quem venera uma imagem venera nela a pessoa representada»<ref>II Concílio de Niceia, ''Definitio de sacris imaginibus'': DS 601; cf. Concílio de Trento, Sess. 25ª, ''Decretum de invocatione, veneratione et reliquiis sanctorum, et sacris imaginibus'': DS 1821-1825: II Concílio do Vaticano, Const. ''Sacrosanctum Concilium'', 125: AAS 56 (1964) 132: Id., Const. dogm. ''Lumen Gentium'', 67: AAS 57 (1965) 65-66.</ref>. A honra prestada às santas imagens é uma «veneração respeitosa», e não uma adoração, que só a Deus se deve".<ref name="Kreeft209"/><ref name="Cat2132">{{cite web | last =números 2129–2132 | title =Catecismo da Igreja Católica | publisher = [[Livraria Editora Vaticana]]| year = 1994| url = http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/prima-pagina-cic_po.html|accessdate=28 de Agosto de 2011}}</ref> No [[século VIII]], discussões sobre se os [[ícone]]s religiosos (neste contexto pinturas) foram proibidos ou não pelo primeiro mandamento. A disputa foi quase totalmente restrita às [[Igrejas orientais]]; os [[Iconoclastia|iconoclastas]] queriam proibir os ícones, enquanto que os [[Dulia|Iconódulos]] apoiavam a sua veneração, uma posição consistentemente apoiada pela Igreja Ocidental. O [[Segundo Concílio de Niceia]], em 787, determinou que a [[veneração de imagens|veneração de ícones e imagens]] não é uma violação do mandamento e afirma que "quem venera uma imagem venera a pessoa retratada nela."<ref name="schreck305">Schreck, p. 305</ref>{{#tag:ref|A Igreja Católica acredita que está guiada continuamente pelo [[Espírito Santo]] e, por isso, não pode cometer nenhum erro doutrinário.<ref name="Schreck16">Schreck, p. 16</ref> A mais alta autoridade doutrinária da Igreja repousa nas decisões dos [[concílio ecumênico|concílios ecumênicos]], que são chefiados pelo [[Papa]].<ref name="schreck305"/>|group=note}} Na época da controvérsia sobre a [[iconoclastia]], a Igreja Ocidental passou a usar esculturas monumentais, que pela [[arte românica]] tornaram-se numa das principais características da [[arte cristã]] ocidental, que se manteve parte da tradição católica, em contraste com o [[cristianismo oriental]], que evita grandes esculturas religiosas. O "[[Catecismo da Igreja Católica]]" postula que Deus deu permissão para imagens que simbolizam a [[salvação]] cristã por símbolos, tais como a [[Serpente (simbologia)|Serpente de Bronze]] e o [[querubim]] na [[Arca da Aliança]]. O "Catecismo" afirma também que, ''"[[encarnação (religião)|encarnando]], o [[Filho de Deus]] inaugurou uma nova «economia» das imagens."''<ref name="Kreeft209"/><ref name="Cat2132"/>