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Foi, a 31 de Dezembro de [[1929]], eleito 14.º [[Grão-Mestre]] do [[Grande Oriente Lusitano Unido]] para os anos de 1930 e 1931, cargo que ocupou entre 1930 e 1935.<ref>[http://members.tripod.com/gremio_fenix/dirigentes.html]</ref> A 30 de Abril de 1930 toma posse do cargo de Grão-Mestre, dirigindo uma mensagem aos Maçons Portugueses. A 17 de Setembro parte para [[Antuérpia]], a fim de participar na Semana Portuguesa e na Convenção Maçónica Internacional. De 25 a 30 de Setembro toma parte na Convenção da Association Maçonnique Internationale (A.M.I.), reunida em [[Bruxelas]]. Em Dezembro, devido ao período decrescente em que decorrem os trabalhos maçónicos em Portugal, é decidido suspendê-los nas lojas de Lisboa, convidando estas à imediata triangulação. Em Março de 1931 dirige uma importante mensagem à [[Grande Dieta]] e em Dezembro é reeleito Grão-Mestre.
 
A 5 de Julho de 1932 Salazar ascende a Presidente do Conselho. A 31 de Janeiro de 1935 protesta, junto do [[Presidente da Assembleia Nacional]], [[JoséJose Alberto dos Reis]], contra o projecto de lei que proíbe as associações secretas. A 14 de Maio é emitida uma Resolução do Conselho de Ministros exonerando e / ou passando à reforma uma série de funcionários que oferecem poucas garantias de fidelidade ao regime, entre os quais Norton de Matos. A 21 de Maio dá-se a Publicação da Lei N.º 1.091 que proíbe as associações secretas. Norton de Matos demite-se do cargo de Grão-Mestre, para que pudesse ser eleito alguém desconhecido do Governo.
 
Em [[1948]], participou nas [[eleições presidenciais de Portugal|eleições presidenciais]] de 1949, reivindicando a liberdade de propaganda e uma melhor fiscalização dos votos. O regime de [[Salazar]] recusou-se a satisfazer estas exigências. Obteve vastos apoios populares e apoio de membros da oposição. Devido à falta de liberdade no acto eleitoral, e prevendo fraudes eleitorais, ele acabou por desistir depois de participar em comícios e outras manifestações de massas.
Norton de Matos, tal como grande número de republicanos e opositores do [[Estado Novo]], era defensor de uma política colonialista. Em 1953, no seu livro Africa Nossa defendeu que Portugal tem “pois de povoar essas terras, intensa e rapidamente, com famílias brancas portuguesas e continuar a assimilar os habitantes de cor que lá encontramos. Assimilação completa, material e espiritual“.{{sfn|Norton de Matos|1953|p=75}}
 
== {{Ver também}} ==
* [[Anexo:Lista de governadores coloniais de Angola|Lista de governadores coloniais de Angola]].
* [[República Portuguesa]]
|anos = [[1917]]<br>(''[[14.º governo republicano (Portugal)|XIV Governo Republicano]]'')
|antes = [[Afonso Costa]]<br></b><small>(interino)</small>
|depois = [[Junta Revolucionária de 1917|Junta Revolucionária]] </b>composta por:<br><small><b>'''[[Sidónio Pais]]<br>[[António Machado Santos]]<br>[[Feliciano da Costa]]<br></b>'''(interina)</small><br><b>'''[[Sidónio Pais]]<br></b>'''<small>(''de facto'')</small>
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{{Caixa de sucessão|
|anos = (interino)<br>[[1917]]<br>(''[[14.º governo republicano (Portugal)|XIV Governo Republicano]]'')
|antes = [[Afonso Costa]]
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{{Caixa de sucessão|
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{{Termina caixa}}
 
 
{{PM Portugal I Rep}}
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