Diferenças entre edições de "Dons do Espírito Santo"

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Retirando proselitismo
(Retirando proselitismo)
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{{Pentecostalismo}}
'''Dons do Espírito Santo''' ou [[Carismas]] conforme algumas denominações cristãs, assim como as [[pentecostalismo|pentecostais]], são dons que foram concedidos aos [[cristãos]] para fortalecer a [[Igreja]]. Eles são descritos no [[Novo Testamento]], principalmente em [[I Coríntios 12]] 12, [[CartaRomanos aos Romanos|Romanos12]] 12 e [[EpístolaEfésios aos Efésios|Efésios4]] 4.
 
Alguns acreditam que a sua operação limitou-se a [[igreja primitiva]]. Conforme algumas denominações [[protestantismo|protestantes]] alguns dons espirituais, por exemplo como [[falar em línguas]] e [[interpretação de línguas]], só foram usados por um tempo curto até a Igreja sair de sua infância, e não mais depois. Essa visão é conhecida como [[cessacionismo]]. Essa opinião é mantida por [[John Fullerton MacArthur|John F. MacArthur, Jr.]], Robert L. Thomas e muitos outras [[denominações cristãs]] de linha central. Em contraste, alguns outros estudiosos cristãos como [[Wayne Grudem]] e [[Gordon Fee]] sustentam o [[continuacionismo]]
==Enumeração dos Dons==
{{Ver artigo principal|[[Dons Espirituais]]}}
A Primeira Epístola aos Coríntios enumera alguns dons ({{citar bíblia|I Coríntios|12|8|10}}):
 
(I Co 12:8-10):
 
*[[Palavra da sabedoria]]
*[[Palavra do conhecimento]]
Por ser entendimento comum que os dons eram distribuídos segundo a vontade do Espírito, houve debates teológicos para refletir se era bíblico a petição de dons. Algumas denominações exercitavam reuniões em que o religioso deveria repetir muitas vezes um determinado louvor ou clamor e o Espírito “enrolaria” sua língua para a [[glossolalia]], o que foi muito criticado por outras denominações religiosas. Chegou-se então ao entendimento que as reuniões de orações poderiam invocar a petição do dom, contudo a tentativa de induzir o Espírito Santo com tais práticas era condução ao engano pelo poder do espírito do mal e pelo poder do espírito da carne, visto que a alma do homem poderia ser induzida por mensagem subliminar.
 
A sustentação para a permissão para a petição de tais dons estariam firmadas em {{citar bíblia|I Co14:Coríntios|14|1 -}}: ''“Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.” ''
 
Muito estudiosos entendem que estariam limitados a tais dons a distribuição do Espírito, contudo pensam outros que o Espírito Santo é livre e não se restringe à relação deixada pelo apóstolo; novas formas de ações surgem no decorrer da história do povo eleito. Essas novas formas foram criticadas por conservadores por dar vazão ao surgimento de heresias.
Outra linha entende que os dons do Espírito não ficaram restritos ao [[Pentecostes]], visto esta tese contraria todas as [[cartas Paulinas]], pois, foram escritas em datas posteriores ao Pentecostes. A conversão de Paulo aconteceu por volta do ano 37 d.C., sete anos após a descida do Espírito Santo no Pentecostes (30 d.C.).
 
Segundo as traduções da [[Epístola aos Hebreus]] - Hb({{citar bíblia|Hebreus|2.|4}}), os dons espirituais seriam distribuídos segundo a vontade de Deus, confirmando a pregação com sinais e prodígios, sendo o seu recebedor apenas um despenseiro a cuidar desses dons, administrando aos demais -({{citar 1Pebíblia|I Pedro|4.|10}}) por intermédio de um canal humano que não seria o dono do dom, pois seria pertencente ao Espírito.
 
Há uma linha teológica que entende que a manifestação dos dons na vida do cristão é a confirmação do “Batismo do Espírito Santo”, já outra linha ensina que o “Batismo do Espírito Santo” é “automático” e consecutivo ao arrependimento e aceitação de [[Jesus]] Cristo como Senhor e Salvador.
 
==Jesus Cristo e os dons==
O Senhor Jesus, possuía os dons e os usava para a edificação da multidão que o seguia :
:''“Se{{citação2|{{citar bíblia|Mateus|12|28|citação=Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.”'' (Mt 12.28)}}}}
 
:''“Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.”'' (Mt 12.28)
 
Segundo os que entendem que o cristão receptor é apenas um despenseiro do dom, este exemplo precisa ser observado pelos que foram agraciados, os talentos espirituais não são para a glória do homem, sim, para a edificação do povo de [[Deus, o Pai|Deus]], através da manifestação do poder e autoridade.
 
O principal texto usado para comprovar esta tese é o que descreve o Pentecostes, no entanto, as línguas ali faladas não foram estranhas ou de anjos, sim, idiomas regionais. O falar em línguas em algumas vidas realmente é a confirmação do enchimento com o Espírito, mas, não é possível generalizar.
 
O Batismo do Espírito só é possível em vidas que cultivam a [[santidade]].
 
:''“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.”'' (2 Co 7.1)
 
A condição de [[santo]]s é impostas a todos que querem viver na presença do Senhor, estes estão habilitados a receberem os dons reservados, não especificamente línguas. As vidas que produzem os frutos da carne (Gl 5.19-21), estão em [[pecado]], afastadas de Deus e incapacitadas de serem usadas pelo Espírito Santo. Assim entendem os estudiosos que se pessoas que não vivem, ou procuram viver em santidade, se falam em línguas, ou profetizam, provavelmente são movidas pelo espírito de engano. Visto que o reino das trevas seriam um reino organizado que procura imitar o reino celestial, mas com distorções, e “sinais de mentira”.
 
Os mais conservadores salientam a ordem e decência no falar em línguas - 1Co 14.27-33 – para a desordem não tomar lugar no culto. E que falar línguas não faz o homem santo como muitos pensam, mas viver a vontade de Deus é o que faz o homem ser santo.
 
Sinal da graça de Deus que fluiu das mãos de Paulo para outros por quem orava com imposição de mãos (At 10.44 e 19.6). Assim, uma das formas de receber a glossolalia seria pela imposição das mãos de um servo “separado”. O dom de línguas é a forma mais pura de [[louvor]] e [[adoração]], pois, é o próprio Espírito que se apresenta diante do Eterno Rei.
 
Não é o dom mais importante segundo Paulo - I Co 14, afirmando que o falar em línguas é para edificação pessoal. E alguns entendem que ao descrever os dons por importância, situou o de línguas entre os menores. Além da importância de haver alguém que possa interpretá-lo para edificação da igreja.
 
==Ligações Externas==