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O principal ponto de divergência entre a comunidade cristã primitiva e suas raízes judaicas era a crença cristã de que [[Jesus]] era o tão esperado [[Messias]]. Outro ponto de divergência foi o questionamento por parte da comunidade cristã da aplicabilidade contínua da [[Lei de Moisés]] (a [[Torá]]), embora o "[[Decreto Apostólico]]" da [[era apostólica]] do cristianismo parece fazer paralelo com as [[Leis de Noé]] do judaísmo. As duas questões vieram a ser ligadas a uma discussão teológica dentro da comunidade cristã, sobre se a vinda do Messias poderia anular algumas ou todas as leis bíblicas anteriores.
 
Após a aceitação de Jesus como o messias, a controvérsia quanto à circuncisão foi provavelmente o segundo problema no qual o argumento teológico foi feito em termos de anti-judaísmo; aqueles que defendiam que as leis bíblicas continuavam a ser aplicáveis eram chamados de "judaizantes" ou "[[fariseu]]s" (por exemplo, em [[Atos{{citar dos Apóstolosbíblia|Atos]] |15:05|5}}). Os ensinamentos de [[Paulo de Tarso]], cujas cartas compreendem grande parte do [[Novo Testamento]], podem ser vistos como um esforço contra a judaização. No entanto, [[Tiago, o Justo]], que após a morte de Jesus foi amplamente reconhecido como o líder da cristãos de Jerusalém, adorou no [[Segundo Templo]] em Jerusalém até sua morte em 62, 30 anos após a morte de Jesus.
 
A destruição do Segundo Templo, no ano de 70, levaria os cristãos a "duvidar da eficácia da lei antiga"; no entanto, [[Marcião de Sinope]], que defendia rejeitar a totalidade da influência judaica sobre a fé cristã, seria excomungado pela Igreja de Roma em 144.