Abrir menu principal

Alterações

383 bytes adicionados ,  07h19min de 27 de dezembro de 2014
 
== Defesa dos Direitos Humanos ==
Com os ânimos exaltados após o adiamento da votação de uma lei anti-homofobia, a então senadora Marinor e o deputado federal [[Jair Bolsonaro]] ([[Partido Progressista (Brasil)|PP]]–[[Rio de Janeiro|RJ]]) chegaram a bater boca em um dos corredores do Senado, à beira dehavendo um confronto físico por parte da senadora, no dia [[12 de maio]] de [[2011]].
 
A discussão começou quando a relatora da proposta, [[Marta Suplicy]] (PT–[[São Paulo|SP]]), dava entrevista à imprensa; atrás dela, Bolsonaro exibia para as câmeras um panfleto contra um plano de promoção da [[cidadania]] e dos [[direitos humanos]] da comunidade [[LGBT]] para alunos a partir dos 5 anos de idade, mais conhecido pelos críticos com o nome de Kit Gay. No impresso, havia uma série de ações promovidas pela Secretaria de Direitos Humanos em favor da comunidade LGBT. Nervosa e aos gritos, Marinor começou a bater no panfleto, enquanto Marta saía de cena. “Tira isso daqui! Me respeita! Vai me bater?! Depois dizem que não há homofóbico aqui. Homofóbico! Saia daqui! Tu devia ir pra cadeia! Criminoso!”
 
O deputado [[Jean Wyllys]], também do PSOL, apoiou Marinor e afirmou que o kit anti-homofobia estava a favor do [[respeito]] a [[vida]].
 
Mas a maioria dos deputados da bancada religiosa, apoiados por Bolsonaro, denunciaram o conteúdo pornográfico do material, nada adequado para menores de idade, muito menos crianças a partir dos 5 anos de idade. O projeto foi retirado de pauta pela presidente Dilma.
 
== Não-aplicação da ''Ficha Limpa'' ==
Utilizador anónimo