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Em relação à forma de tocar, Gillespie construiu a sua interpretação a partir do estilo "saxofónico" de [[Roy Eldridge]] indo depois muito além deste. As suas marcas pessoais eram o seu trompete (com a campânula inclinada 45º em vez de ser a direito) e as suas bochechas inchadas (tradicionalmente os trompetistas são ensinados a não fazer “bochechas”).
 
Para além do seu trabalho com Parker, Dizzy Gillespie conduziu pequenos agrupamentos e ''[[big band]]s'' e aparecia frequentemente como solista com a ''Norman Granz's Jazz noat the Philharmonic''. No início da sua carreira tocou com [[Cab Calloway]], que o despediu por tocar “música chinesa”, a lendária ''[[big band]]'' de ''Billy Eckstine'' deu a estas [[Harmonia (música)|harmonias]] atípicas uma melhor cobertura.
 
Nos anos [[1940]], Gillespie liderou o movimento da música afro-cubana, trazendo elementos [[Música da América latina|latinos]] e [[Música da África|africanos]] para o jazz, e até para a [[música pop]], em particular a [[salsa]]. Das suas numerosas composições destacam-se os clássicos do jazz "Manteca", "A Night in Tunisia", "Birk's Works", e "Con Alma".