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Clemenceau se referia então a especialistas de primeira ordem, luminares das respectivas áreas de conhecimento, os quais acreditavam ter o direito e o dever de se mobilizar em defesa de valores importantes quando estes não lhes parecessem adequadamente protegidos ou estivessem mesmo em risco em decorrência de ações das autoridades constituídas. Em conjunto, esses notáveis especialistas detêm um poder que, embora derivado de fontes diferentes, pode ladear e, eventualmente, contrapor-se ao dos políticos.
 
Também no século XIX, na [[Império Russo|Rússia pré-revolucionária]], cunhou-se o termo ''[[intelligentsia]]'' para designar um grupo de indivíduos cultos, influenciados pelo ideário [[iluminista]], críticos do regime [[tsarista]] e defensores de valores [[democracia|democráticos]] e [[reformista]]s. Os integrantes da ''intelligentsia'' eram geralmente membros da [[aristocracia]] rural ou dos setores mais ilustrados da [[pequena burguesia]] urbana. Contemporaneamente, os intelectuais representariam ''la haute intelligentsia'' a que se refere [[Régis Debray]] - " o conjunto de indivíduos socialmente [[legitimação|legitimados]] para exprimir publicamente suas opiniões pessoalpessoais acerca de questões públicas, independentemente dos procedimentos regularesregulamentares aosa quaisque se devem submeter os cidadãos comuns .". <ref>Debray, Régis, ''Le pouvoir intellectuel en France''. Paris: Éditions Ramsay, 1979, pp. 43-44, ''[[apud]]'' [[Zygmunt Bauman]] e Bruno Bongiovanni, [http://www.treccani.it/enciclopedia/intellettuali_(Enciclopedia-delle-scienze-sociali)/ "Intellettuali"]. ''Enciclopedia delle scienze sociali'' (1996). </ref>.
{{referências}}
 
==Universidade e intelectuais==