Diferenças entre edições de "Carijós"

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== Costumes ==
Os carijós construíam suas casas cobrindo-as com [[casca]]s de árvores e fabricavam [[Rede de descanso|redes]] e agasalhos com o [[algodão]] que cultivavam, forrando-os com [[pele]]s e ataviando-asos com [[pluma]]s e penas. Acostumaram-se a ajudar todos os [[navio]]s que lhe solicitassem auxílio, até que um dia, traídos na sua boa fé, acabaram considerando os brancos [[inimigo]]s. Mantinham grande quantidade de aves em suas aldeias: por este motivo, eram chamados pelos europeus de "índios Patos".<ref>BUENO, E. ''Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores''. Rio de Janeiro. Objetiva. 1999. p. 58.</ref>
 
Na arte de cura, os carijós estavam bem adiante dos demais nativos. O remédio principal era uma ventosa aplicada pelos lábios do [[pajé]]. Na [[bruxaria]], também eram bem desenvolvidos. Para enfeitiçar um semelhante, costumavam amarrar um [[sapo]] em uma árvore. À medida que o animal fenecia, a pessoa enfeitiçada deveria também fenecer até morrer. Se desejavam cegar alguém, enterravam-lhe, debaixo da rede, um ovo. Descoberta a [[mandinga]], os objetos que haviam servido para a mesma deviam ser arremessados ao rio.{{carece fontes}}