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Logo após a criação destas bases, as forças militares soviéticas deixaram-os e ultrapassaram os sistemas políticos desses países. No entanto, todos os três estados bálticos tomaram medidas específicas para manter de pé as repúblicas legais, levando aos E.U.A. e outras democracias ocidentais a não reconhecer explicitamente a legalidade das ocupações pela [[Doutrina Stimson]] e princípios relacionados. Isto permitiu eventual restauração da [[República da Estônia]], da [[República da Letônia]] e da [[República da Lituânia]] ao abrigo da ''doutrina da continuidade'' destas repúblicas porque já existiam antes da Segunda Guerra Mundial.
 
Outro aspecto dessas ocupações, é que foram cortadas pela metade o sucesso das ações militares da Alemanha na [[Frente Oriental (Segunda Guerra Mundial)|Frente Oriental]]. Todos os três estados bálticos, tendo sido ocupado pela União Soviética, foram ocupados pela Alemanha entre [[1941]]-[[1944]] e ficaram sob administração através dado ''[[Ostland Reichskommissariat Ostland]]''. Diferenças significativas entre os estilos de administração da União Soviética e da [[Alemanha nazista]] - uma vez aliados - levou a um número significativo de nativos dos três países a se alinharem com a Alemanha para o único objetivo de estagnação e, possivelmente, a prevenção, de outra ocupação soviética.
 
Durante a ocupação, a União Soviética cometeu assassinatos, elaborados (de forma ilegal sob a [[lei internacional]]) pelo [[Exército Vermelho]] e deportou centenas de milhares de pessoas. Além disso, tentou fazer valer os ideais do [[comunismo]]; a União Soviética deliberadamente desmantelou as estruturas sociais e económicas existentes e impôs novas hierarquias "ideologicamente puras". Isto retardou gravemente as economias de todos os três Estados bálticos.
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