Diferenças entre edições de "Audrey Hepburn"

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O sucesso da produção foi também o de Audrey. Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o [[Oscar de Melhor Atriz]].
 
Três dias após a cerimônia do Oscar, recebeu o Tony por sua atuação em ''Ondine''. Audrey também faria ''Sabrina'', que rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar.Em 1953 a peça Sabrina Fair de Samuel A. Taylor ainda estava sendo montada na Broadway quando os executivos da Paramount Pictures perceberam que sua história era perfeita para ser utilizada no novo filme da nova estrela do estúdio; a vencedora do último Oscar Audrey Hepburn.Para adaptar o filme para as telas a Paramount convidou o também premiado Billy Wilder, que já havia vencido o Oscar em 1945 por seu ótimo trabalho em Farrapo Humano e que vinha de consecutivos sucessos como [[Sunset Boulevard]],[[Ace in the Hole]], e [[Stalag 17]]. Em parceria com o autor da peça Samuel Taylor e com o ótimo roteirista Ernest Lehman, Wilder passou a reescrever ''Sabrina'', o filme que fora o maior sucesso do estúdio em 1954.O filme rendeu a atriz sua segunda indicção ao Oscar.A princípio, para estrelar o romance ao lado de Hepburn, haviam sido convidados [[Cary Grant]] e [[William Holden]], no entanto pouco antes do inicio das filmagens Grant se desligou do projeto sendo substituído pelo renomado [[Humphrey Bogart]].Durante as filmagens ela teve um breve relacionamento com [[William Holden]],mas terminou quando soube que ele havia feito vasectomia.
 
A peça ''Ondine'' fora uma sugestão de [[Mel Ferrer]], por quem se apaixonaria durante a temporada na Broadway. Os dois foram apresentados por Gregory Peck em uma festa em 1954 e se casaram em setembro daquele ano.O filho de Audrey e Mel, Sean, nasceria em 1960. Mas as coisas não foram fáceis até aquele momento: Audrey sofreu diversos abortos. A atriz queria mais do que tudo ser mãe, e as gravidezes falhadas deixaram-na extremamente deprimida. Para animar a esposa, Mel sugeria que trabalhasse. Eles gravaram juntos ''Guerra e Paz'', e ela estrelaria três comédias-românticas (''Cinderela em Paris'', ''Amor na Tarde'' e ''A Flor que não morreu''), um drama (''Uma cruz a beira do abismo'', que rendeu-lhe a terceira indicação ao Oscar e afastou qualquer dúvida sobre seu talento) e um faroeste (''O passado não perdoa'').
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