Diferenças entre edições de "Romeo Niram"

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Desde a pintura inicial “Crime e Castigo”, uma expressão plástica do mundo decadente do livro homónimo de [[Dostoievski]], a série cresceu com obras evocando [[Luís de Camões]], [[Fernando Pessoa]], [[José Saramago]]. As telas do pintor Romeo Niram transformaram-se numa abreviada [[história]] dos momentos mais importantes da [[literatura]] portuguesa. A série continua com a evocação do grande pintor português [[Lima de Freitas]], na paisagem arquitectónica moderna da [[Praça Dom Pedro IV]] e com um retrato da pintora portuguesa [[Paula Rego]].
 
“Ensaio sobre Oliveira e Tréfaut” fala sobre a sétima arte, a cinematografia, vista com os olhos de um pintor e centrando-se nas figuras do cineasta [[Manuel de Oliveira]] e do realizador de documentários [[Sérgio TréffautTréfaut]].
 
Destaca-se "O Retrato de Fernando Pessoa", (apresentado ao público português na exposição organizada pela [[Câmara Municipal (Portugal)|Câmara Municipal]] de [[Lisboa]], em Outubro de 2006) uma visão pictórica fragmentada de modo a evidenciar a complexa personalidade do poeta. Estamos perante, aparentemente dois retratos, reunidos pela técnica pictural comum, mas diferenciados tanto pelo espaço de água azul que os separa, como pela simbologia escondida atrás de cada um destes retratos.
O primeiro [[retrato]] é o de [[Fernando Pessoa]], sendo a figura do poeta o que parece ter imposto a escolha da forma de fragmentação da figura humana. O porquê desta escolha reside na complexa personalidade do poeta, conhecido pela criação dos seus heterónimos ([[Alberto Caeiro]], [[Ricardo Reis]], [[Álvaro de Campos]]).
 
Transpondo em [[pintura]] estas características de Fernando Pessoa, Romeo Niram cria uma ligação estreita entre palavras e imagens, entre [[poesia]] e [[pintura]], mediante as figuras fragmentadas, e também mediante a construção do próprio quadro, que também é fragmentado em dois." A fragmentação do quadro leva ao segundo retrato.
 
== Referências ==
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