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→‎Glória e escândalos: ligação interna ao artigo sobre o Quadro
No ano de [[1867]], ''"O tocador de Pífaro"'' foi recusado no Salão Oficial de Paris. Fato que fez com que [[Émile Zola]] escrevesse uma artigo no L’Événement defendendo a tela (Zola seria retratado por Manet em 1868, quadro que foi aceito no Salão do mesmo ano). No ano seguinte, 1867, após ser excluído do Salão Internacional, promoveu com seu próprio dinheiro uma exposição de suas obras, mas, sem sucesso de público, a exposição foi um fracasso. [[Ficheiro:Edouard Manet 022.jpg|thumb|240px|left|''A execução de Maximiliano'', obra de 1867]]
 
No mesmo ano ele pintou ''"[[A execuçãoExecução de Maximiliano"]]'' ''(L'Exécution de Maximilien)'', uma obra de indignação em relação à morte de [[Maximiliano de Habsburgo]] abandonado por [[Napoleão III]] no [[México]]. Manet trabalhou mais de um ano na produção de uma grande tela histórica e comemorativa. O resultado é claramente inspirado em ''"Três de Maio"'' de [[Goya]] mas com um resultado totalmente diferente.
 
Em 1868, Manet entraria para o Salão Oficial com ''"Retrato de Émile Zola"'' e ''"Mulher com papagaio"''. A partir deste ano, ele passaria seus verões em Boulogne-sur-Mer, cidade litorânea francesa da região de [[Pas-de-Calais]]. Lá ele realizaria algumas marinhas entre outras como ''"Clarão da lua sobre o porto de Boulogne"'' e a ''"Partida do Vapor Flokestone"'' ambas de 1869.
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